segunda-feira, 9 de novembro de 2009

VOTE CHAPA 2 - MUDA SIND-UTE/MG - OPOSIÇÃO UNIFICADA


1- QUE SEJA DEMOCRÁTICA:

Congresso vai, congresso vem, e a direção majoritária do Sind-ute recusa-se a aprovar a proporcionalidade para a direção do nosso sindicato. Qual é o medo da direção do sind-ute em democratizar nosso sindicato? Por que o sindicato não pode ter outros pensamentos políticos dentro da sua direção? Estão escondendo algo na gestão do aparato sindical? Será que os pensamentos políticos divergentes não poderiam conviver em uma entidade cujo objetivo deveria ser estimular a luta dos trabalhadores e trabalhadoras em educação? Nós entendemos que sim, sempre defendemos a democracia no sindicato, mas a direção majoritária prefere aparelhá-lo nas mãos de um único grupo político, é claro, o seu grupo.

2- QUE SEJA DE LUTA E NÃO ELEITORALISTA!

Acabamos de sair do congresso do nosso sindicato, e qual foi a tônica que a direção do Sind-ute deu para esse encontro que reuniu cerca de 2000 trabalhadores e trabalhadoras? Organizar a luta para enfrentar o governo Aécio e para exigir um piso nacional decente? Não!!!!! Segundo a maioria dos debates ocorridos, a mensagem foi clara, basta votar em Patrus para o Governo de Minas e para Dilma 2010 que os problemas dos trabalhadores e trabalhadoras serão resolvidos. Não discutem a dura realidade com os trabalhadores e trabalhadoras em educação, qual seja, sem uma organização forte e sem uma luta árdua nossos problemas tendem a aumentar. Votar unicamente não é a solução para a nossa classe, basta um exemplo, os trabalhadores e trabalhadoras em educação que confiaram já em dois mandatos do governo Lula, até hoje não viram implementado o piso salarial nacional, tantas vezes prometido pelos agentes desse governo, sem contar que tratra-se de um piso rebaixado, por uma jornada de 40 horas. A direção do sind-ute pede paciência, diz que precisamos votar novamente e esperar mais um mandato, diz que quando elegermos Patrus aí sim estaremos próximos do céu, diz que quando o país aumentar a arrecadação, a educação será valorizada!!! Quanta enrolação! Os banqueiros e empresários continuam recebendo bilhões do estado brasileiro, e a educação precisa esperar!!!! Essa direção não é a direção de que precisamos, necessitamos de uma direção que conte a verdade para a categoria e a verdade pode parecer dura, mas é uma só: sem uma luta sem tréguas contra a política do governo Aécio, sem uma luta ampla e forte para exigir do governo federal um piso nacional decente, 10% do PIB para a educação, nada disso será realidade, ficaremos à mercê dos penduricalhos dos governos de plantão que só valorizam a educação nos palanques!

3- Mudar o Sind-ute é urgente, para lutar!

Queremos você na chapa do movimento de oposição Muda Sind-ute, você que acredita que a luta é o caminho, você que acredita que nosso sindicato precisa ser democrático, você que já se cansou de ficar esperando a próxima eleição ou de votar em mais um parlamentar para melhorar a situação da educação, quando, na verdade, são apenas a vida dos parlamentares e dos governantes que melhoram...

Muda Sind-ute já!

Venha para o movimento de oposição!

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domingo, 8 de novembro de 2009

Resultado da eleição do SindREDE/BH


Companheiras e companheiros, hoje realizamos a apuração das eleições do Sind-REDE/BH.

O resultado foi:
Dos votos válidos:
Chapa 1 = 22,79%

Chapa 2 = 51,75%

Chapa 3 - TRAVESSIA = 25,45%

Na composição da diretoria do Sind-REDE/BH ficamos com 08 diretores/as, sendo 06 efetivos/as e 02 suplentes.

Posteriormente, comunicaremos os nomes dos/as companheiros/as que vão assumir a gestão 2009/2011.

A CHAPA 3 - TRAVESSIA agradece o voto de todos/as aqueles/as que têm coragem de lutar, de resistir aos desmandos da PBH e de dialogar com a diversidade da categoria. Agradecemos a todos e todas que não se acordam diante do governo e continuam defendendo a greve como o instrumento fundamental para garantir os nossos direitos.

Saudações Sindicais.

COLETIVO TRAVESSIA

"Porque o que a vida nos pede é coragem"
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

SEMINÁRIO ESTADUAL DA INTERSINDICAL/MG: A REORGANIZAÇÃO DO MOVIMENTO SINDICAL NO BRASIL


Caros companheiros,
A Intersindical é uma organização que surge em 2006, com o objetivo de retomar as ações conjuntas da classe trabalhadora, com independência dos patrões e governos e autônoma em relação aos partidos políticos.
Desde então estamos na constante tarefa de retomar o trabalho de base, a combatividade do movimento sindical, e a constante mobilização dos trabalhadores e das trabalhadoras.
Aqui em Minas Gerais estamos num esforço de apresentar nossa proposta para o conjunto da classe, e discutir os desafios desse momento conjuntural.
Neste sentido, realizaremos no próximo dia 15/11 um Seminário Estadual com o tema "A Reorganização do Movimento Sindical no Brasil". Contará com a assessoria dos companheiros Ricardo Gebrim, Igor Grabois e Sávio Bones.
Acreditamos que sua contribuição enriquecerá em muito o debate, por isso convidamos sua organização a estar presente, bem como a dar uma saudação inicial na abertura do Seminário.
Saudações socialistas!
Intersindical-MG
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Três bons motivos para votar na CHAPA 3 - Travessia


RESISTÊNCIA

Somos protagonistas do nosso tempo!
A mercantilização toma conta das subjetividades: nos enquadram como sujeitos-mercadoria. O produto é a educação, a meta, a estatística, o resultado. Fomos julgados e subjugados, e nossa sentença é ceder. Assim dizem eles, e pasme, assim também dizem alguns de nós, incoerentes com o sujeito-histórico que se faz nos mais variados e contraditórios processos.
Nós da CHAPA 3-TRAVESSIA pensamos o contrário. Nosso lema é resistir, é ter sonhos, acreditar neles e trabalhar todos os dias para que sejam concretizados. Pois é a luta que transforma a nossa existência e garante conquistas. É a resistência que impede o retrocesso.
A CHAPA 3-TRAVESSIA ocupa cargos na atual diretoria do sindicato. Neste espaço nossas companheiras e companheiro têm realizado um trabalho de articulação da categoria na luta por nossos direitos. Suas propostas repercutirem na organização da nossa categoria.

Nós da CHAPA 3-TRAVESSIA optamos pela resistência frente aos ataques do governo Pimentel: defendemos que não devíamos vender a sede própria nem demitir os/as funcionários/as. Nossa defesa pressupunha a capacidade de resistência e de criação de alternativas pela nossa categoria. Essa proposta foi vitoriosa na Assembléia de Filiados e hoje nós continuamos com a sede própria, os/as funcionários/as, pagamos as dívidas e garantimos, via o desconto no Banco do Brasil, o funcionamento do sindicato.

Destacamos que durante a crise conseguimos o apoio de sindicatos de diferentes correntes políticas no sentido de doarem e/ou emprestarem dinheiro para pagamento de despesas que variavam das contas de telefone/fax até o pagamento do salário dos/as funcionários/as, entre os quais estão sindicatos da Intersindical, Conlutas, CUT, Nova Central e o Sindicato dos Comerciários de Contagem, na época filiado à Força Sindical. Conseguimos ainda a doação e/ou empréstimo de militantes da categoria e diretores/as do sindicato para o custeio de despesas cotidianas, incluindo desde papel higiênico.
Nós da CHAPA 3-TRAVESSIA tivemos a iniciativa de irmos à Brasília para conversarmos pessoalmente com os responsáveis no Ministério do Trabalho pelo registro sindical. Na ocasião entramos em contato com parlamentares atuais e antigos, entre os quais destacamos o ex-deputado federal Sérgio Miranda e o atual senador José Neri, que fizeram gestões junto ao Ministério do Trabalho para a aceleração do processo de tramitação da nossa Carta Sindical. Conseguimos ainda o apoio de dirigentes de diferentes centrais sindicais nesse processo, incluindo a Intersindical, a Conlutas, e a CUT.


DIVERSIDADE
A CHAPA 3-TRAVESSIA é composta por companheiras e companheiros militantes independentes, de partidos políticos (Consulta Popular, PCB, PSOL), da CONLUTAS, INTERSINDICAL e da Assembléia Popular.
O que une essa diversidade de militantes é a defesa da escola pública de qualidade comprometida com a classe trabalhadora, a defesa da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte. Necessariamente, não precisamos ocupar cargos de representação para discutir e fazer política. Somos pessoas de luta, independente de onde estivermos.
Somos militantes de diferentes gerações de luta nos movimentos sociais e na Rede. Somos, socialistas, feministas, libertários, somos anti-capitalistas.

LUTA
A CHAPA 3-TRAVESSIA esteve, está e estará na luta em defesa de nossos direitos, na linha de frente das lutas gerais da categoria. Exemplos desse compromisso são a organização da categoria na resistência ao projeto de lei que visava alterar nosso período de férias. Nossas companheiras e companheiro, diretoras/e do Sind-REDE/BH acompanharam todo o processo de tramitação do projeto angariando apoio às reivindicações da categoria. Outro exemplo tem sido o empenho na defesa da educação infantil, na organização de ações de resistência que garantiram conquistas importantes, entre as quais estão a redução da diferença salarial entre os cargos de educador infantil e professor municipal, o direito de participação nas eleições para o cargo de vice-direção de UMEI.

Obviamente, o êxito de nossas propostas e ações só foi possível pelo apoio que obtiveram na escolas e pelo protagonismo da nossa categoria na defesa de nossos direitos. Tanto a direção sindical como os/as representantes de escolas têm papel fundamental na consolidação da resistência e na organização da luta da categoria. Mas só conseguem organizar a luta se os/as militantes de base de cada escola sustentarem as suas propostas nos locais de trabalho. É neste sentido que acreditamos na importância da relação representante/representados, garantindo nas duas extremidades o compromisso coletivo e a coragem para enfrentarmos as adversidades provocadas pela política neoliberal dos governos municipal, estadual e federal.
Acreditamos que somente a democracia participativa e coletiva pode transformar a realidade.
Por isso, fazemos este chamamento a você que persiste e resiste, consciente do seu papel histórico, mantenedor do sindicato e da luta, às vezes silenciosa, mas concreta e coerente.Por isso, pedimos o seu voto e o seu apoio para a CHAPA 3-TRAVESSIA a fim de que tenhamos uma maioria na direção do Sind-REDE/BH com disposição de luta e com coragem. Uma diretoria que, ao lado da categoria, lute com coragem e determinação por nossos direitos.

A LUTA QUEM CONSTRÓI É A CATEGORIA

Vote CHAPA 3 - TRAVESSIA
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domingo, 25 de outubro de 2009

Esclarecimentos: Chapa 3 - A travessia somos nós!


A CHAPA 3-TRAVESSIA é composta por companheiras e companheiros militantes independentes, anarquistas, de partidos políticos (Consulta Popular, PCB. PSOL), da CONLUTAS, INTERSINDICAL, Assembléia Popular.O que une essa diversidade de militantes é a defesa da escola pública de qualidade e comprometida com a classe trabalhadora, a defesa da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte.

A CHAPA 3-TRAVESSIA ocupa cargos na atual diretoria do sindicato. Neste espaço nossas companheiras e companheiro têm realizado um trabalho de articulação da categoria na luta por nossos direitos. Suas propostas repercutiram na garantia de direitos e na organização da nossa categoria.No que se refere à organização da categoria destacamos a luta firme pela manutenção da nossa sede e de nossos/as funcionários/as.

Nós da CHAPA 3-TRAVESSIA defendemos que não devíamos vender a sede própria nem demitir os/as funcionários/as quando passamos por uma forte crise financeira devido ao ataque do governo Pimentel. Nossa defesa pressupunha a capacidade de resistência e de criar alternativas de nossa categoria. Ela foi vitoriosa na Assembléia de Filiados e hoje nós continuamos com a sede própria, os/as funcionários/as, pagamos as dívidas e garantimos, via o desconto no Banco do Brasil, a arrecadação anterior.

Destacamos que durante a crise conseguimos o apoio de sindicatos de diferentes correntes políticas no sentido de doarem e/ou emprestarem dinheiro para pagamento de despesas que variavam das contas de telefone/fax até o pagamento do salário dos/as funcionários/as, entre os quais estão sindicatos da INTERSINDICAL, Conlutas, CUT, Nova Central e o Sindicato dos Comerciários de Contagem, na época filiado à Força Sindical. Conseguimos ainda a doação e/ou empréstimo de militantes da categoria para o custeio de despesas cotidianas, incluindo desde papel higienico até o financiamento de passagem aérea para o acompanhamento do processo de nossa Carta Sindical.

Nós da CHAPA 3-TRAVESSIA tivemos a iniciativa de irmos à Brasília para conversarmos pessoalmente com os responsáveis no Ministério do Trabalho pelo registro sindical. Na ocasião entramos em contato com parlamentares atuais e antigos, entre os quais destacamos o ex-deputado federal Sérgio Miranda e o atual senador José Neri, que fizeram gestões junto ao Ministério do Trabalho para a aceleração do processo de tramitação da nossa Carta Sindical. Conseguimos ainda o apoio de dirigentes de diferentes centrais sindicais nesse processo, incluindo a INTERSINDICAL, a Conlutas, e a CUT. No que se refere à defesa de nossos direitos, estivemos na linha de frente das lutas gerais da categoria, a exemplo da resistência ao projeto de lei que visava alterar nosso período de férias. As companheiras da nossa chapa junto aos/às companheiros/as da base da categoria é que estiveram presentes todos os dias na Câmara Municipal visitando os gabinetes e acompanharando todo o processo de tramitação do projeto angariando apoio ás nossas reivindicações. Em relação à luta específica da educação infantil, a ação de resistência que organizamos junto ao coletivo da educação infantil garantiu várias conquistas, entre as quais estão a redução da diferença salarial entre os cargos de educador infantil e professor municipal, o direito de participação nas eleições para o cargo de vice-direçaõ de UMEI.
Iniciamos junto ao coletivo de auxiliares de biblioteca a luta pelos direitos dos/as companheiros/as desse segmento da nossa categoria, para garantir uma carreira forte e unificada.

Obviamente, o sucesso de nossas propostas e ações só foi possível pelo apoio que tivemos e temos da categoria e pelo protagonismo da mesma na defesa de seus direitos.É neste sentido que acreditamos na importância da relação representante/representados, garantindo nas duas pontas o compromisso coletivo e a coragem para enfrentar as adversidades provocadas pela política neoliberal do governo municipal.

Por isso, pedimos o seu voto e o seu apoio para a CHAPA 3-TRAVESSIA a fim de que tenhamos uma maioria na direção do Sind-REDE/BH com disposição de luta e com coragem. Uma diretoria que, ao lado da categoria, lute com coragem e determinação por nossos direitos.
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domingo, 18 de outubro de 2009

Eleições para o SindREDE/BH - Chapa 3: A Travessia somos nós


Nós, professoras/es da educação básica (educação infantil/ensino fundamental/ ensino médio) e auxiliares de escola/ biblioteca/secretaria, construímos uma chapa junto com outros/as trabalhadores/as em educação para disputar as eleições do Sind-REDE/BH em novembro.Participamos e votamos na Chapa 3 - Traves­sia, porque é composta por companheiras e companheiros que têm coragem de enfrentar as imposições do governo e de, junto com a categoria, organizar lutas para realizarmos conquistas importantes.

No último período, apesar das tentativas da PBH de ampliar o calendário escolar, manti­vemos os 200 dias letivos e o limite máximo de 04 escolares; derrotamos na Câmara Muni­cipal a proposta do governo de regulamentar nossas férias em janeiro.

Defendemos veementemente, durante o ano de 2009, a deflagração da greve como a me­lhor estratégia para enfrentar os desmandos do atual prefeito e garantir a manutenção dos nossos direitos e o reajuste salarial.

Nós participamos da CHAPA 3 – TRAVESSIA porque acreditamos no trabalho coletivo e desejamos continuar o debate pedagógico da REDE, divulgar e manter a memória coletiva das lutas e conquistas da nossa categoria.
As/os militantes que compõem a CHAPA 3 - TRAVESSIA vêm, no decorrer dos anos, parti­cipando do protagonismo pedagógico da Re­de e têm investido em cursos de formação, e na publicação de cadernos de formação e revistas de divulgação do trabalho realizado nas escolas, a partir dos cargos que seus/suas representantes ocupam atualmente na dire­ção do Sind-REDE/BH.


A CHAPA 3 – TRAVESSIA é uma chapa composta por representantes e militantes de escolas de todos os segmentos da categoria e presen­tes em todas as regionais. NA CHAPA 3 - TRA­VESSIA estão presentes pessoas que lutam há muitos anos pela política educacional e valori­zação dos/as trabalhadores/as, e também pessoas novatas na Rede, que já entraram enfrentando com coragem e determinação o autoritarismo do governo.A CHAPA 3 – TRAVESSIA conta com atuais diri­gentes do sindicato; Conselheiros/as que re­presentam nosso segmento no Conselho Muni­cipal de Educação e Conselho do FUNDEB; Professores/as da Educação Infantil, do Ensino Fundamental (1º, 2º e 3º ciclos) e do Ensino Médio; Auxiliares de Biblioteca, Secretaria e de Escola; Companheiros/as em Readaptação Funcional; Diretores/as de Escola e UMEI e todas as gerações dessa categoria.

A CHAPA 3 – TRAVESSIA possui lideranças nos diversos segmentos da categoria, incluindo os/ as professores/as de disciplinas especializadas que batalham pela permanência em suas es­colas de lotação e aqueles/as que têm luta­do pela continuidade do Ensino Médio na Rede Municipal.As eleições acontecerão nos dias 03, 04, 05 e 06 de novembro com urnas itinerantes nas escolas. Para votar na CHAPA 3 – TRAVESSIA filie-se até dia 19 de outubro.
Conheça um pouco mais da CHAPA 3 – TRA­VESSIA no nosso site http://www.redetravessia.com.br/. http://www.redetravessia.com.br/


O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrou­xa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. Guimarães Rosa
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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Informe da reunião com a SMED/BH, por Thaís Tavares do Coletivo Travessia (Chapa 3)

Oi, gente!
Na última quinta-feira, depois de três dias de disputa política na Conferêcia de Educação, tivemos uma reunião de informação... ops.... de negocação com a SMED e o Recursos Humanos. A reunião foi uma demonstração de total desrespeito à capacidade de organização da categoria e ao sindicato que a representa.
Ao adentrar a sala de reunião tivemos que escutar a primeira provocação. Como estávamos eu e a Cris na reunião e comentávamos algo da UMEI São Gabriel, o Secretário Adjunto de Educação, Afonso Renan, questionou se chamávamos as crianças de alunos. Respondi q sim e ele imediatamente completou que as "meninas" (quem trabalha com ed infantil sempre é "menina") da SMED não chamam. A Cris respondeu: "Cuidado com o preconceito" e a Dagmar afirmou q é difícil chamar uma criança de aluno se não há trabalho pedagógico. Respondi rapidamente que trabalhamos com conceitos e conteúdos com as crianças pequenas, portanto elas são alunos/as, e passamos para a pauta da reunião, caso contrário os demais itens não seriam tratados.
O primeiro ponto de pauta foi a proposta do governo para a educação municipal. Iniciaram reafirmando a mesma posição anterior sobre o ACPATE: o governo não criou estratégias para garantir a substituição de professores/as e os 20% da carga horária para o estudo, planejamento e avaliação. Disseram que para diminuir as substituições, iriam "racionalizar o atendimento na perícia médica", mas não sabem ainda o q é isto. Irão continuar exigindo que os/as professores/as substituam. Afirmam q o papel do coordenador é essencial fora da sala de aula (o que concordamos), e que eles não devem substituir professores. Os/as acompanhantes também não podem substituir, pois a função deles/as é outra.
Seguindo esta lógica da prefeitura dentro do contexto existente hj na escola, recriamos na rede a educação feita por um grupo q pensa, planeja e avalia (acompanhantes, coordenadores e avaliação externa) e outros que executam (os professores que não tem tempo para planejar, avaliar e estudar). Sobre o aumento do número de professores por turma (de 1,5 para 1,8) o governo afirmou que este quantitativo é impssível de ser implementado, pois onera a folha de pagamento. Sabemos q a situação financeira da PBH é diferente da apresentada, comprovado pela pesquisa o ILAESE.
Ainda na discussão sobre ACPATE, levamos para a mesa de negociação o dado de 2008 de uma escola da rede. Ao calcularmos a quantidade de 10% de substituições durante o ano, os/as representantes do governo afirmaram que este dado é baixo e que 10% não preocupa a SMED.
Sobre a Reunião Pedagógica, o governo retrocedeu ao acordado na última reunião: retomam a discussão da ampliação da jornada por meio de um abono das reuniões fora do horário de trabalho. O governo afirmou com todas as letras que não há possibilidade de negociação neste ponto e que eles irão encaminhar o projeto para a Câmara, independente da posição oficial da categoria. Afirmaram, ainda, que os/as diretores/as aprovam esta idéia e isto já foi negociado com eles/as.
Outro projeto que será encaminhado para a câmara, independente da avaliação da categoria, é o abono de fixação. Ao discutirmos os problemas gerados por este abono, o Secretário de Recursos Humanos, Márcio Serrano, afirmou que deu certo na área da saúde e portanto será bom para a educação.
Neste momento o governo apresentou sua proposta de remuneração para os próximos anos: remuneração diferenciada de acordo com o projeto político pedagógico das escolas. Com esta política, não haverá mais índice salarial igual para todos, e o vencimento (não explicaram se no reajuste ou por abonos) será vinculado ao desempenho da escola. Segundo eles, isto estava explícito nas propostas de governo do Márcio Lacerda e será aplicado nos próximos anos, sem possibilidade de negociação.
Sobre os/as acompanhantes de escola, disseram que no geral eles escutam elogios, e que os problemas apresentados pelas escolas são pontuais. Caso estejam ocorrendo nas escolas, devemos encaminhar o nome deles/as para a SMED.
Tratamos ainda, das portarias do calendário escolar. Sobre este ponto eles novamente demonstram o desrespeito pelo sindicato, enquanto representante da categoria, afirmando coisas como: "não temos que conversar com o sindicato para resolver questões da cidade". Disseram que o calendário foi negociado direto com as escolas, e que a situação dos próximos cortes tem que ser discutido com o Recursos Humanos, na presença de representantes da SMED. Ao final do tema desafiaram a categoria a "tomar posição e criar o fato" de não reposição de alguns dias de greve.
Para terminar, disseram que não irão acatar o parecer da CEB/ CNE sobre a permanência dos/as professores/as de disciplinas específicas no último ano do segundo ciclo, antiga quinta série. Se negaram a dar esta orientação por escrito.
No ano de 2009, a categoria decidiu em assembleia realizar várias manifestações para reivindicar seus direitos. Definiu, ainda, que não estava preparada para assumir uma greve por tempo determinado ou indeterminado. Precisamos com urgência retomar nosso movimento, não deixando que a greve seja banalizada. Esta é uma das nossas estratégias mais fortes para garantir nossos direitos e interromper com a política neoliberal do governo Márcio Lacerda.
Durante todo o ano de 2009 defendemos e acreditamos na capacidade organizativa da rede. Neste momento chamamos todos/as a refletir sobre a política que teremos que enfrentar nos próximos 3 anos, pois se não recuperarmos esta capacidade, os ataques virão com mais força ainda.
Thaís Tavares
somos chapa 3 - Travessia!
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

A INTERSINDICAL e as eleições do SindREDE/BH


A INTERSINDICAL/MG tem participado das lutas da rede municipal de educação de BH desde a sua organização no município, contribuindo para a construção de uma frente classista junto à categoria, participando da necessária resistência contra os ataques do governo municipal que impõe a redução de direitos, o congelamento dos salários, além das medidas que, para proteger o Capital, retoma a agenda das reformas (choque de gestão) para diminuir os gastos públicos na saúde, educação e moradia.
No processo de organização e luta para enfrentar os ataques da gestão Lacerda e seus apoiadores (as famílias donas das concessões do transporte público, os tubarões do ensino privado, empreiteiras, etc) vamos acumulamos forças para saltar da resistência e avançar contra esse sistema que sobrevive a partir da exploração da classe trabalhadora.
Crescemos muito nestes dois anos de construção da INTERSINDICAL/MG e agora teremos mais um desafio: as eleições do SindREDE/BH (Sindicato da rede pública municipal de educação/BH) entre os dias 03 e 06 de Novembro de 2009. Para tanto, estamos participando da construção da Chapa Travessia, que é um coletivo formado por trabalhadores e trabalhadoras em educação da Rede Municipal de Belo Horizonte que discute a ação sindical da categoria diante da configuração política atual, por acreditar que a organização da Rede é a única maneira de garantir melhores condições de trabalho. O Coletivo Travessia busca também contribuir com a reflexão pedagógica por considerar a nossa profissão como construtora da realidade histórica em que vivemos.
Esse processo eleitoral terá o esforço decidido da INTERSINDICAL para que seja um espaço para construção do reascenso da luta dos trabalhadores e trabalhadoras em educação de BH, para sairmos da defensiva e colocarmos na ordem do dia uma alternativa popular. É na unidade de ação que forjaremos as ferramentas para a futura unidade orgânica dos trabalhadores.
INTERSINDICAL/MG, um instrumento classista de luta e organização da classe trabalhadora e do movimento sindical mineiro.


Coordenação Estadual da Intersindical/MG
Corrente Sindical Unidade Classista
Consulta Popular

Elogio do Aprendizado



Aprenda o mais simples!
Para aqueles cuja hora chegou
Nunca é tarde demais!
Aprenda o ABC; não basta, mas aprenda!
Não desanime!
Comece! É preciso saber tudo!
Você tem que assumir o comando!
Aprenda, homem no asilo!
Aprenda, homem na prisão!
Aprenda, mulher na cozinha!
Aprenda, ancião!
Você tem que assumir o comando!
Freqüente a escola, você que não tem casa!
Adquira conhecimento, você que sente frio!
Você que tem fome, agarre o livro: é uma arma.
Você tem que assumir o comando.
Não se envergonhe de perguntar, camarada!
Não se deixe convencer!
Veja com seus próprios olhos!
O que não sabe por conta própria, não sabe.
Verifique a conta
É você que vai pagar.
Ponha o dedo sobre cada item
Pergunte: o que é isso?
Você tem que assumir o comando.


Bertolt Brecht
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domingo, 4 de outubro de 2009

Eleições do SindREDE/BH - Auxiliares presentes por uma educação de qualidade!! Vote Chapa 3 - A Travessia somos nós


Nós, Auxiliares de Escola, Secretaria e Biblioteca, construímos uma chapa junto com outros/as trabalhadores/as em educação para disputar as eleições sindicais mês que vêm.

Construímos, apoiamos e votamos no Travessia, chapa 3, porque é a corrente que garantiu na atual direção do sindicato o diálogo com Auxiliares de Escola, Secretaria e Biblioteca. Com isto conquistamos importantes espaços de organização, construímos um manifesto e abrimos negociações específicas do segmento com a SMED.

Nós conhecemos e acreditamos no trabalho do Travessia, chapa que possui acúmulo na discussão pedagógica da rede, memória coletiva das lutas e conquistas da categoria e vem, no decorrer dos anos, apostando no protagonismo pedagógico da rede. Esta corrente garantiu cursos de formação, cartilhas e revistas que refletem o trabalho nas e das escolas.

É uma chapa que garante a presença também de representantes de todos os segmentos da categoria e de todas as regionais. Nela estão presentes pessoas antigas, que lutam há muitos anos pela política educacional e valorização dos/as trabalhadores, e também pessoas novas na rede, que já entraram enfrentando com coragem as determinações autoritárias do governo.

A chapa tem colegas que atuam há mais de 20 anos na Educação do município além de contar com Professores do Ensino Fundamental (1º, 2º e 3º ciclos) e do Ensino Médio; Professoras da Educação Infantil; Colegas em Readaptação Funcional e todas as gerações dessa categoria, além, é claro, dos Auxiliares de Biblioteca, Secretaria e de Escola.

Conheça um pouco mais do travessia no nosso site http://www.redetravessia.com.br/ e filie-se para votar na chapa que melhor nos representa!


Atenciosamente,


As/os representantes do nosso segmento na chapa do Travessia:

Daniel Oliveira – Auxiliar de Biblioteca (EM José de Calazans)
Leandro Estevão Moreira Santos – Auxiliar de Biblioteca (EM Rui da Costa Val)
Juliana Mayrink – Auxiliar de Secretaria (EM José de Calazans)
Abraão Almeida da Silva – Auxiliar de Escola (EM Prof. João Camilo de Oliveira Torres)
Roberto - Auxiliar de Biblioteca (EM Gracy Viana Lage)
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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Denúncia das professoras de Bom Despacho/MG

Professoras disse... A coisa está feia, os profissionais do magistério receberam seus contra-cheques hoje e se decepcionaram.
1º o retroativo dos mês de Agosto que foi prometido em asembléia na câmara, não apareceu.
2º o salário base passou para R$680,00, e o desconto do BDPREV de 11%, fopi calculado errado, descontando R$80,11, ao contrário de R$ 74,80 (matemática simples), nos roubaram R$ 5,31 só aí.
3º o Quinquênio- direito adquirido de muitos, passou a se chamar VANTAGEM PESSOAL, e não corresponde mais a 10% do salário base (isso pode?). Para professores com o salário base de R$ 680,00, o quinquenio reebido foi de R$48,30, ao contrário de R$68,00, mais uma vez nos roubaram R$ 19,70.
* Em um único mês conseguiram nos roubar R$ 25,01. Sem contar que não nos pagaram as promoções e progressões previstas no plano de carreira.

http://revistacidadedosol.blogspot.com/
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

I SEMINÁRIO DO INSTITUTO CAIO PRADO JR. - MG


Local: Auditório Bicalho, FAFICH-UFMG (Campus Pampulha, Belo Horizonte)

Programação

Dia 29 de setembro, 2009:

18h: Abertura e apresentação do Instituto Caio Prado Jr. - Prof. Pablo Oliveira Lima (UFMG)
20h: Palestra "Independência do Brasil: releituras" - Prof. Marcus Caetano Domingos (Cefet-USP)

Dia 30 de setembro, 2009:

18h: Palestra "A academia no mundo do trabalho" - Prof. Antônio Carlos Mazzeo (Unesp)
20h: Lançamento de publicações:

O vôo de Minerva, de Antônio Carlos Mazzeo (Editora Boitempo, 2008)
Ferrovia, Sociedade e Cultura: 1850-1930, de Pablo Oliveira Lima (Editora Argvmentvm, 2009)
Novos temas, revista do Instituto Caio Prado Jr.

Aberto ao público.
contatos: http://institutocaiopradojrmg.blogspot.com/
plolima@yahoo.com

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

[RMEBH] Reunião do Coletivo Travessia

Coletivo TRAVESSIA

dia 25 de setembro às 18h30

no SindREDE/BH

Participe e venha construir conosco a luta pela educação popular!!!

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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

REPOSIÇÃO DE AULAS: NÃO VAMOS REPOR NENHUM DIA NA SEMANA DE OUTUBRO

A SMED com base na decisão do Conselho Nacional de Educação publicou a portaria para a reposição dos dias referentes à gripe suína. No texto, a SMED incluiu as demais paralisações na mesma tentativa realizada em junho.
Portanto, em relação à gripe suína não estamos encontrando maneiras jurídicas de escapar da reposição do período da gripe suína e não temos neste momento um movimento para
bancarmos a não reposição.
Em relação aos dias de greve, nossa categoria definiu nas últimas assembléias pela não reposição. Essa posição exige negociarmos com a PBH a anistia dos dias parados, reconhecendo-os, como é previsto no Estatuto do Servidor, que são dias de falta justificada.
Entretanto, diante da possibilidade da não anistia, precisamos definir uma posição coletiva comum no sentido de impedir que a PBH utilize o nosso movimento para uma nova punição (a
primeira foi o corte imediato dos mesmos em nossos salários) o que implicaria em um atraso na avaliação de desempenho, pois temos 08 dias de greve em discussão.
Neste sentido, propomos os seguintes princípios:
1. Não entrar na semana de outubro para nenhuma reposição (gripe suína e/ou dias de greve)
2. Repor, no limite, 04 dias de paralisação para evitar qualquer prejuízo funcional.
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

PBH REALIZA PRÉ-CONFERÊNCIAS REGIONAIS DE EDUCAÇÃO

A Prefeitura de Belo Horizonte realiza no dia 26 de setembro, às 8h, as Pré-Conferências Regionais de Educação, em pontos distintos das nove regio­nais da cidade. Na ocasião, serão eleitos 60 representantes da comunidade escolar, que atuarão como delegados na Conferência Municipal de Educação (Comed-BH), preparatória da Conferência Nacional de Educação (Conae 2010), e na V Conferência Municipal de Educação. Toda a comunidade pode participar dessas conferências, mas, para isso, é preciso participar de uma das pré-conferências. Para se inscreverem, os interessados devem procurar as Gerências Regionais de Educação.
Comed-BH
A Comed-BH será realizada nos dias 5 e 6 de outubro, no Sesc Venda Nova (rua Maria Borboleta, s/nº, bairro Letícia). Durante o encontro, serão eleitos 174 delegados que representarão a capital no Conferência Estadual de Educação (Coeed-BH). A Comed-BH tem grande importância, pois é a primeira vez em que sociedade civil, agentes públicos, entidades de classe, estudantes, profissionais da educação e pais se reunirão em torno da discussão pela melhoria da qualidade da educação brasileira, para fins de proposição de políticas públicas em âmbito nacional. É uma grande oportunidade para que as pessoas possam contribuir para a definição de critérios, proposição de alterações supressivas ou aditivas aos eixos temáticos constantes de um documento, cujo objetivo é qualificar e otimizar a educação.
.As questões abordadas na Comed-BH serão levadas para a Coeed-MG, prevista para novembro deste ano e, posteriormente, serão debatidas na Conae, que será realizada em abril de 2010, em Brasília, com o objetivo de propor diretrizes e metas para a elaboração do novo Plano Nacional de Educação.
V Conferência Municipal
No dia 7 de outubro a­contecerá a V Conferência Municipal de Educação, que discutirá questões mais específicas do Sistema Municipal de Ensino, pautadas nos temas dos dois dias anteriores, articulando as questões pertinentes ao Plano Municipal de Educação, além de eleger os novos membros do Conselho Municipal de Educação para o biênio 2010/2011.
.Nessas conferências, os temas debatidos serão emba­sados em seis eixos temáticos oriundos do tema central da Conae: “Construindo o Sistema Nacional articulado de Educação: Plano Nacional de Educação, suas diretrizes e estratégias de ação”.
Locais onde serão realizadas as Pré-Conferências
Barreiro - Escola Municipal Luiz Gatti (rua O Garimpeiro, 45, Conjunto Ademar Maldonado)
Centro-Sul - Escola Municipal Marconi (avenida do Contorno, 8.476, bairro Santo Agostinho)
Leste - Escola Municipal Santos Dumont (avenida Mem de Sá, 600, bairro Santa Efigênia)
Nordeste - Escola Municipal Professora Eleonora Pieruccetti (avenida Bernardo Vasconcelos, 288, bairro Cachoeirinha)
Noroeste - Escola Municipal Belo Horizonte (avenida José Bonifácio, 189, bairro São Cristóvão)
Norte - Escola Municipal Hélio Pellegrino (rua Guilherme Soares, 255, bairro Guarani)
Oeste - Sebrae (avenida Barão Homem de Melo, 329, bairro Nova Suíssa)
Pampulha - Regional Pampulha (avenida Antônio Carlos, 7596, bairro São Luiz)
Venda Nova - Escola Municipal Geraldo Teixeira da Costa (rua Márcio Lima Paixão, 8, bairro Rio Branco)

Fonte: http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1006466
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

[Coletivo Travessia] Venha discutir conosco os rumos da educação pública em BH - Veja o convite, divulgue, participe!

Coletivo Travessia - Quem somos

O Coletivo Travessia é formado por trabalhadores e trabalhadoras em educação da Rede Municipal de Belo Horizonte que discute a ação sindical da categoria diante da configuração política atual, por acreditar que a organização da Rede é a única maneira de garantir aos melhores condições de trabalho.O Coletivo Travessia busca também contribuir com a reflexão pedagógica por considerar a nossa profissão como construtora da realidade histórica em que vivemos.

O Coletivo Travessia congrega militantes das escolas municipais de Belo Horizonte, vinculados ou não a partidos políticos e/ou centrais sindicais. Atualmente, ele é composto por militantes sem partido político, militantes do PSOL e PCB, da Intersindical e da Conlutas, representantes de escolas e dirigentes do Sind-REDE/BH.Para divulgar nossas posições políticas e pedagógicas para a categoria dos/as trabalhadores/as em educação criamos um site. Queremos, com ele, dar maior visibilidade ao nosso grupo dentro do Sind-Rede/BH, assim como ampliar nossas discussões aos nossos companheiros/as de trabalho.

Visite nosso site! Conheça as nossas idéias! Participe de nossas reuniões!http://br.geocities.com/coletivo.travessia/

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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Eleição para a Diretoria do Sind-Rede/BH 2010-2012


No dia 02 de setembro a Assembleia de Filiadas(os) do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte tomou as seguintes deliberações:
Eleição da Comissão Eleitoral;
Período de inscrição das Chapas será do dia 30/09 até o dia 02/10, de 9 às 20h;
Sorteio do número para as chapas inscritas será no dia 02/10, às 20h;
Entrega do material de campanha será até o dia 05/10;
Período para votação: nos dias 03, 04, 05 e 06 de novembro, de 8 às 21h.
Obs.: Artigo 59, do Estatuto do Sind-Rede/BH:
" São condições para o filiado votar:
a) ser filiado efetivo do Sindicato no mínimo 15 (quinze) dias antes da data inicial prevista para o período das eleições;
b) não estar infringindo o Estatuto do Sind-Rede/BH - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte."
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domingo, 6 de setembro de 2009

Memória recente III - Educação em BH: Auxiliares de Biblioteca Escolar da PBH lançam manifesto durante VIII Encontro na SMED/BH em 2008




Estamos reestruturando a barra lateral do Diário da Classe, e passaremos a postar vídeos. As fotos que marcaram as lutas dos trabalhadores mineiros 2008 serão relembradas no espaço memória recente.
A terceira e última postagem da série é sobre a participação do coletivo Lima Barreto de Auxiliares de Biblioteca Escolar da PBH, onde lançamos manifesto durante VIII Encontro na SMED/BH, no dia 11 de dezembro de 2008.
Coletivo de Auxiliares de Biblioteca Escolar Lima Barreto, presente! Antônio, Daniel e Alexandre.
Daniel Oliveira, militante do Coletivo Lima Barreto e da Unidade Classista/Intersindical, apresentou as reivindicações da categoria.
Auxiliares e bibliotecários presentes no Encontro - Somente com a participação de todos poderemos mudar essa situação.
Na barra lateral, já estão disponíveis vários vídeos: duas canções; de Victor Jara e de Pedro Munhoz, além de um vídeo emocionante de um discurso de uma criança hondurenha durante um festival musical contra o golpe militar, entre outros.Continuem acompanhando, logo teremos outros vídeos e mais memória recente. Força sempre!
Corrente sindical Unidade Classista/Intersindical - Base de trabalhadores e trabalhadoras em educação/MG
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Calendário de atividades da RMEBH


  • Reunião do Coletivo de Inclusão
    Dia 02/09 – quarta-feira – às 14h – no Sind-Rede/BH

  • Manifestação das Escolas de Ensino Médio
    Dia 02/09 – quarta-feira – às 14h – na SMED

  • Assembleia de Filiados para a Eleição da Comissão Eleitoral do Sind-Rede/BH
    Dia 02/09 – quarta-feira – às 19h – no Sind-Rede/BH

  • Assembleia Regionalizada dos Auxiliares Contratados pela Caixa Escolar
    Regional Barreiro

    Dia 03/09 – quinta-feira – às 19h – na Escola Municipal Isaura Santos

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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Memória recente II - Educação em Minas: Greve 2008 por salário, dignidade e transformação social



Estamos reestruturando a barra lateral do Diário da Classe, e passaremos a postar vídeos. As fotos que marcaram as lutas dos trabalhadores mineiros 2008 serão relembradas no espaço memória recente.
A segunda postagem da série é sobre a greve da rede pública estadual de educação de Minas Gerais.
Passeata sucedeu a assembléia do dia 16/09 e culminou com a ocupação do centro de BH. A Unidade Classista esteve presente, inclusive no comando de greve através do camarada Fábio Bezerra.
Na barra lateral, já estão disponíveis vários vídeos: duas canções; de Victor Jara e de Pedro Munhoz, além de um vídeo emocionante de um discurso de uma criança hondurenha durante um festival musical contra o golpe militar, entre outros.
Continuem acompanhando, logo teremos outros vídeos e mais memória recente. Força sempre!
Corrente sindical Unidade Classista/Intersindical - Base de trabalhadores e trabalhadoras em educação/MG
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domingo, 30 de agosto de 2009

Memória recente - Ocupação da avenida Afonso Pena: Jornada de lutas RMEBH 2008




Estamos reestruturando a barra lateral do Diário da Classe, e passaremos a postar vídeos. As fotos que marcaram as lutas dos trabalhadores mineiros 2008 serão relembradas no espaço memória recente.
A primeira postagem da série é sobre a ocupação da Afonso Pena pelos trabalhadores em educação da rede BH na primeira manifestação de 2008.
Na barra lateral, já estão disponíveis três vídeos: duas canções; de Victor Jara e de Pedro Munhoz, além de um vídeo emocionante de um discurso de uma criança hondurenha durante um festival musical contra o golpe militar.
Continuem acompanhando, logo teremos outros vídeos e mais memória recente. Força sempre!
Corrente sindical Unidade Classista/Intersindical - Base de trabalhadores e trabalhadoras em educação/MG
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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

PROPOSTA DA PBH PARA PAGAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO


Em reunião realizada no dia 11 de agosto, o governo assumiu o compromisso de
pagar todos os cursos concluídos e protocolados antes da nova legislação. A exceção são os cursos com investigação do Ministério Público, entre os quais estão FIJ e FERLAGOS, bem como, os cursos presenciais de instituições de outras cidades, que estão sendo analisados através de procedimentos administrativos, nos quais o/a servidor/a recebeu solicitação de comprovação de participação nas aulas.
Na reunião do dia 19 de agosto, o governo afirmou que serão liberados, atendendo a legislação antiga (cursos que atendem 3 dos 5 critérios) nos seguintes casos:
1) Os cursos dos/as servidores/as que estavam com BM “congelado” por motivos administrativos e não puderam ser protocolados, ou tiveram seus processos indeferidos.
2) Os cursos das pessoas que não puderam protocolar ou tiveram o processo indeferido por causa de atraso na avaliação de desempenho ou publicação da mesma.
Nos casos indeferidos, haverá a necessidade de abrir recurso administrativo. Nos casos em que não há resposta da PBH, é necessário solicitar resposta do pedido de progressão.
Nestes dois casos há necessidade de aguardar a publicação da regra de transição.
Em relação aos cursos iniciados antes da nova lei, o governo informou que
enviará à Câmara a sua proposta de regulamentação da regra de transição, através de um projeto de lei que prevê algumas situações distintas:
a) Os cursos que foram iniciados até 06/12/2007 e não estavam concluídos antes da mudança da lei, deverão atender 3 dos 5 critérios da lei antiga, sendo necessariamente um deles, a existência de credenciamento da instituição pela CAPES.
b) Os cursos que foram feitos através de convênios entre as instituições educacionais e a SMED.
Segundo o governo, o envio da proposta de transição depende da aceitação pela
categoria. Neste sentido, as reuniões de representantes realizadas no dia 20 de agosto encaminharam a discussão para as escolas/UMEIs e a definição da posição da categoria para a Assembleia Geral, com PARALISAÇÃO TOTAL, a ser realizada no dia 16 de setembro, às 8h.
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terça-feira, 25 de agosto de 2009

[Coletivo Travessia] OS NOSSOS DIREITOS E A LUTA DA REDE


O Governo Márcio Lacerda vem impondo a sua política, privatista, excludente e preconceituosa, principalmente nos setores essências como educação, saúde, transporte. Para barrar tantos desmandos precisamos nos preocupar com os nossos direitos, salários, condições de trabalho, mas também precisamos discutir a cidade e seus moradores, de forma especial as lutas em seus diversos locais e níveis.
O nosso Sindicato é nossa mais poderosa ferramenta em defesa dos nossos direitos, sem ele as nossas lutas certamente seriam mais fragmentadas e dispersas. Por outro lado se construirmos um sindicato revolucionário em suas iniciativas, certamente a educação e nossos direitos serão respeitados.
Nós do COLETIVO TRAVESSIA estamos convidando companheiras/os para realizar um reflexão neste sentido, bem como organizarmos coletivamente lutas e a construção da nossa entidade.


LOCAL – SINDREDE BH – Av. Amazonas, 491 – 10 andar
19 HORAS – DIA 26 DE AGOSTO 2009 – QUARTA-FEIRA
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Divergência e luta - a construção da greve na RMEBH


Temos muitos motivos para fazer greve. Estes são de conhecimento de toda a categoria que vive diariamente a relação direta com a prefeitura, os problemas e a ausência cotidiana de soluções.

A "gripe suína" é mais um deles, pois a SMED não está preocupada com a possibilidade da mesma se alastrar nas escolas e os postos de saúde, lotados principalmente neste período, não conseguem atender a demanda das famílias por diagnósticos.

Engana-se quem pensa que a PBH ficaria feliz pela manutenção da greve, pois a SMED só se preocupa com o cumprimento fiel dos 200 dias letivos. A PBH adotou a postura de não alarmar a população e a suspensão das aulas iria ter efeito contrário. Se for para suspender as aulas, é melhor estar de greve, pois aí quem diz quando voltar e o que queremos para voltar somos nós. Quem diz como pagar também somos nós.

Mas na última assembleia abrimos mão desta forma de luta, e por incrível que pareça, resolvemos continuar com o nosso faz-de-conta que estamos lutando e marcar mais uma paralisação total sem indicativo de greve. Mas para quem serve a desculpa de não fazer greve por causa da gripe A H1N1? Para quem nunca quis fazer greve.

E aí encontramos os mesmos motivos de sempre: não posso suportar mais um corte de pagamento, mas pode suportar o reajuste 0; não tenho dias para pagar as paralisações e não quero trabalhar nos sábados, mas vai aceitar um abono para aumentar em 10 dias os sábados de trabalho; não posso chamar uma greve "a pesar da categoria"... e aí desiste-se de lutar de verdade para subir em um caminhão na Afonso Pena gritando palavras enquanto a manifestação não tem fôlego nem para apitar e as assembleias vão diminuindo cada vez mais. Impedimos as pessoas que realmente querem lutar, expondo os problemas para a sociedade por meio da greve, imobizando-as para o enfrentamento real. E a nova desculpa: a gripe suína.

Vamos trabalhar com ela nas nossas escolas, pois a PBH não irá tomar nenhuma providência, além das que já tomou (quase nada). Assembleias rápidas, com máximo de 5 falas, não garante discussão. Garante manifestação sem propostas. Somos contra as propostas do governo, mas não apontamos alternativas, apenas outra manifestação sem sentido e sem ânimo da categoria. Mas a visibilidade para outros eleitores que não são da educação também é importante para alguns.

Qual o fato novo existente do final do semestre passado para este? Propostas concretas da PBH, desconsiderando nossa pauta de negociação e propondo ações já recusadas pela categoria. Mas o que aconteceu na última reunião de representantes? Retiramos deles este argumento que poderia levar a categoria para a greve. Como isto ocorreu?

Fizemos um levantamento do ânimo da categoria para a greve, antes de informar e avaliar com a categoria as propostas. Assim, os representantes chegaram nas escolas na quinta-feira com o desânimo, ao invés da indignação. E esta foi uma escolha da grande maioria da diretoria do sindicato: proporcionar o desânimo no lugar de outros sentimentos que nos movem e nos fazem contestar. E o mais grave, parte da diretoria se recusava a defender esta proposta, jogando para os representantes a responsabilidade de sepultar o movimento.

Basta, por exemplo, perceber que a única posição expressa no boletim da Assembleia era do Coletivo Travessia que vem defendendo a capacidade de greve da categoria a duras penas! É com tristeza que termino este desabafo, afirmando que respeito as decisões da categoria e por isto estaremos na assembleia sem sentido do dia 16 de setembro. Teremos mais um corte de pagamento como toda a categoria, e na nossa visão, por nada.

Foram 7 cortes, que se fossem em greve teríamos mais de uma semana de luta. Outras categorias conseguiram reajuste, mas nós, nestas paradas teatrais de péssima qualidade, ficamos com reajuste 0 e mentiras na mídia para engolir.

Cristiane e Thaís

" A árvore quando está sendo cortada, observa com tristeza que o cabo do machado é de madeira."Provérbio árabe - e os antigos companheiros nas GEREDS e SMED fazem bem o papel de cabo de machado, e até mesmo algumas pessoas na categoria e diretoria do sindicato!
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terça-feira, 18 de agosto de 2009

CURSO ARTE-EDUCAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL - (10) CONSTRUINDO CAMINHOS


No dia 20 de agosto iniciaremos nosso curso de Arte-Educação na Educação Infantil. O curso tem o objetivo de discutir a arte-educação na educação infantil, refletindo sobre a nossa prática enquanto professores/as da educação infantil. Por envolver momentos de oficinas, não podemos ultrapassar 40 inscrições, portanto pode ser necessário fazermos sorteio das vagas.

O curso acontecerá nos dias 20 de agosto; 03 e 17 de setembro; 01 e 22 de outubro; 05 de novembro; de 18h30 às 21h. As inscrições podem ser feitas até dia 14 de agosto no sindicato por telefone (3226.3142) ou fax (3212.9044), ou pelo e-mail educacaoinfantilpbh@gmail.com.

imagem: - A Macieira -
Intervenção em árvore na Praça da Estação
Agosto 2009
Cristina Borges e Thaís Tavares
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sábado, 15 de agosto de 2009

Veja as fotos da assembléia da RMEBH - 14 de agosto












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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

[RMEBH] UMA AVALIAÇÃO DA NOSSA CAMPANHA SALARIAL NO PRIMEIRO SEMESTRE


Entramos o ano de 2009 com várias demandas, entre elas destacamos:

a) a situação de diversos professores e professas sem escolas devido à política da SMED de descartar profissionais com formação específica em confronto aberto aos direitos trabalhistas e educacionais;

b) a manutenção da postura autoritária da SMED em desconsiderar a situação concreta das escolas e construir medidas negociadas de superação dos problemas cotidianos que enfrentamos para implementar uma mudança na dita escola plural;

c) a ação dos interventores e interventoras, chamados de acompanhantes, que na maioria das vezes não chegam nem perto dos/as estudantes das escolas;

d) a política de perseguição aos/às Auxiliares contratados pela Caixa Escolar por causa da sua capacidade de luta e organização;

e) o corte do vale-alimentação das educadoras infantis;

f) a monótona repetição do governo em fazer tudo isso por causa da crise econômica.

Para responder a esses ataques, a categoria lotou as assembleias e manifestações. Construiu um calendário de lutas com atividades conjuntas com o funcionalismo municipal, para demonstrar a insatisfação e exigir negociações efetivas que garantam conquistas para a categoria.

Diante da ausência de respostas por parte do governo, na última assembléia foi definido que chegou o momento de radicalizar o movimento. Foi marcado o início da greve para o dia 14 de agosto. E nesse dia, junto com o funcionalismo público municipal, outros sindicatos da educação e com o movimento social, faremos uma nova manifestação na PBH.

CALENDÁRIO DE ATIVIDADES

14 de agosto – Assembléia da Categoria 13h30 – Praça da Estação e manifestação conjunta com sindicatos e movimento social

22 de agosto – Reunião de Auxiliares de Escola da Caixa Escolar

Agosto a Novembro – Curso Arte-Educação na Educação Infantil: (10) construindo caminhos

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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

[RMEBH] LEI DE INICIATIVA POPULAR PELA ISONOMIA SALARIAL: GARANTIR A COLETA DE ASSINATURAS NO SEGUNDO SEMESTRE


Uma decisão importante da categoria foi de elaborar uma lei de iniciativa popular pela isonomia salarial. Esta decisão exige o desafio de coletarmos 90 mil assinaturas de eleitores e eleitoras de BH. Pode parecer difícil mas não é impossível para uma categoria profissional que atende a mais de 180 mil crianças e tem mais de 10 mil profissionais. Ou seja, se cada pai, mãe, avô, avó, tia, tio, estudantes acima de 16 anos, parentes, amigos/as e vizinhos/as entrarem nesta luta conseguiremos as assinaturas até o final de 2009.
Esta tarefa exige o compromisso de cada companheiro e companheira. Por isso, pegue uma folha de coleta de assinaturas e garanta a sua contribuição pela melhoria do nosso plano de carreira.
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domingo, 9 de agosto de 2009

PORQUE VAMOS COMEÇAR A GREVE NO DIA 14 AGOSTO!!!!


O Prefeito de Belo Horizonte ganhou a eleição municipal, mas não contou com a maioria dos votos de BH. Diante deste frágil quadro de popularidade, o Sr. Lacerda apostou na proposta de enrolar o funcionalismo municipal durante o primeiro semestre. Para isso usou a velha desculpa de que o governo é novo, os/as secretários/as desconhecem as demandas das categorias, além de repetir, cansativamente, que vão estudar todas as propostas, apontando prazos que não foram cumpridos e reuniões que nada resolveram.

A reunião do dia 10 de julho não foi diferente. Não apresentaram nenhum resposta às nossas questões. Ouvimos a mesma cantilena “estamos encaminhando” ou “estamos estudando”. Até mesmo as promessas de campanha não são cumpridas, como é o caso da isonomia salarial da educação infantil.

Outra desculpa utilizada pelo governo é que a crise reduziu a arrecadação da PBH, o que exige um estudo mais demorado dos impactos financeiros de toda e qualquer proposta. O estudo que solicitamos ao Instituto Latinoamericano de Estudos Sociais e Econômicos (ILAESE) comprovou que a PBH não teve queda na arrecadação, inclusive houve superávit no primeiro trimestre de 2009.

Entretanto, ações arbitrárias não precisam de estudos econômicos, e o encaminhamento por parte da PBH é instantâneo, como é o caso do corte de hora-extra dos Auxiliares do Caixa Escolar, as horas-extras dos Auxiliares de Serviço que há mais de vinte anos trabalham como porteiros, entre outras.

Por seu turno, os trabalhadores e trabalhadoras em educação uniram-se ao conjunto do funcionalismo e também a diversos movimentos sociais, sobretudo, o de luta por moradia, Ocupação Camilo Torres e Ocupação Dandara, para juntos darem um basta a esta política que obriga a classe trabalhadora a pagar pelo crise, enquanto os patrões recebem milhões dos governos para manterem os seus lucros.

É neste sentido que a categoria definiu pelo início da greve no dia 14 de agosto, pois não podemos mais deixar que a PBH implemente uma política educacional que desconsidera quem trabalha dentro das escolas.


SindREDE/BH
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sábado, 8 de agosto de 2009

Escola em Minas não tem verba para comprar álcool e vai receber 1600 alunos


Nem álcool gel, nem toalhas descartáveis ou kits informativos. Sem dinheiro para comprar os produtos de limpeza necessários para cumprir as exigências sanitárias determinadas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) contra a gripe suína, a Escola Municipal Mestre Ataíde, no Bairro Betânia, Região Oeste da capital receberá, na próxima segunda-feira, 1.600 alunos e 150 funcionários sem qualquer providência prática para evitar a doença. O diretor da instituição, Antônio Carlos de Carvalho Filho, está preocupado com a situação, principalmente porque sabe que pode ser responsabilizado em caso de problemas com a saúde dos estudantes e trabalhadores.
“Não temos como limpar as carteiras com álcool depois de cada aula, como determinou a SES. Como não recebemos verbas da Secretaria Municipal de Educação (Smed), não terei condições sequer de providenciar a limpeza das mãos dos alunos e funcionários”, disse o diretor. A verba, que foi anunciada ontem pela SES, entre R$ 500 e R$ 2 mil, e seria distribuída na capital pela Smed, ainda não chegou à escola. “Não recebi nada ainda. Nem panfletos. Disseram que era para a gente mesmo comprar o álcool, que viria verba para isso. Não estamos conseguindo comprar o álcool com nossos recursos. O produto sumiu das prateleiras. Era hora de o prefeito Marcio Lacerda (PSB) decretar situação de emergência e comprar isso para a gente, sem licitação”, disse.
A Smed alega que todas as escolas recebem verba da Caixa Escolar, que serve para pequenas compras e manutenções, e que a Escola Mestre Ataíde recebeu, em junho, R$ 38 mil. No entanto, não informou se a verba prometida pelo Estado foi entregue e repassada às escolas da rede municipal. Já SES reiterou que os recursos serão entregues, gradativamente, até a próxima quinta-feira.O diretor Antônio Carlos diz ainda que alguns funcionários e professores já foram dispensados de comparecer à escola na próxima semana, porque estariam gripados. “Esperamos que as famílias não enviem estudantes com sintomas da doença”, disse.
Nenhuma das escolas procuradas pelo HOJE EM DIA havia recebido, até ontem, verba ou kit de prevenção. No Colégio Estadual Central, onde estudam 3.500 alunos e há 186 funcionários, aplicadores de sabão líquido e de álcool gel estavam sendo instalados às pressas nos corredores, banheiros e espaços de circulação dos estudantes. No Colégio Marista Dom Silvério, única escola que já registrou surto da doença, a disposição de janelas em duas salas foi alterada para favorecer a ventilação. A direção pedirá às famílias que providenciem garrafinhas de água para que os jovens não precisem usar bebedouros. Nas orações não serão dadas as mãos nem haverá abraços.
Fonte:
http://www.hojeemdia.com.br/v2/index.php?sessao=10&ver=1&noticia=9897
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Sindicalista histórico e ex-preso político, militante da Intersindical/MG, José Francisco Neres (Pinheiro), debate a anistia e a luta sindical



O Diretório Acadêmico Prof. Aluísio Pimenta (FaE/UEMG) em parceria com o Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania e com o corpo docente da FaE/UEMG convida todos para o evento a ser realizado nos dias 12 e 13 de agosto: "30 ANOS DE LUTA PELA ANISTIA POLÍTICA NO BRASIL". O camarada José Francisco Neres fará uma palestra sobre “O Movimento Sindical e a Anístia”.
Confira a programação no Blog do DA: http://www.inovacaonodauemg.blogspot.com/

ou no link direto:


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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Ivan Pinheiro no SindREDE/BH dia 12 de agosto



Ver mais em: http://expressovermelho.blogspot.com/

Ivan Martins Pinheiro iniciou sua atividade política ainda na adolescência no Colégio Pedro II, onde estudou entre 1957 e 1963, foi diretor do Grêmio Estudantil e sofreu sua primeira prisão devido ao ativismo político.
Em
1964, ano do golpe militar, ingressou na ainda Universidade do Estado da Guanabara UEG (atual Uerj) para cursar Direito. Nessa época aproximou-se do Movimento Revolucionário Oito de Outubro MR-8. Durante o curso foi diretor do Centro Acadêmico Luiz Carpenter (CALC). Dada a sua trajetória como diretor da entidade, atualmente a sede do Centro Acadêmico chama-se "Sala Ivan Martins Pinheiro".
Ivan Pinheiro manteve-se no MR-8 até meados da
década de 1970. Após o fracasso da luta armada no combate ao regime militar, Ivan passou a considerar importante a participação popular no processo eleitoral. Após desligar-se do MR-8, fez contato com o Partido Comunista Brasileiro na clandestinidade, no qual ingressou e jamais se afastou.
A partir de
1976, passou a atuar no seu local de trabalho: o Banco do Brasil. Com a convocação das eleições do Sindicato dos Bancários, em 1978, pelos interventores do Ministério do Trabalho, candidatou-se à presidência do sindicato. O pleito durou um ano e dez meses, em função de manobras legalistas do Ministério do Trabalho. A vitória final, através de uma votação esmagadora, consagrou Ivan Pinheiro como um dos principais líderes sindicais do país.
Sua trajetória como expoente dirigente do PCB teve início em
1982, quando foi realizado o VI Congresso Nacional do PCB. Neste evento, Ivan e os demais participantes, foram presos após invasão da Polícia Federal. Com esta prisão foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional. No congresso, que ocorreu na clandestinidade, foi o mais jovem integrante do Comitê Central e da No início da década de 1990, com o desmantelamento do socialismo no Leste Europeu, uma grave crise emergiu no Partidão resultando numa grande cisão em janeiro de 1992, quando foi criado o PPS Partido Popular Socialista. Ivan Pinheiro assumiu, juntamente com Horácio Macedo e Zuleide Faria de Melo, a liderança do grupo que manteve-se fiel aos ideais estabelecidos na fundação do PCB, em 1922.
No XIII Congresso do PCB, realizado em 2005, em Belo Horizonte, após integrar por 23 anos seguidos o Comitê Central, Ivan Pinheiro foi eleito Secretário Geral do partido. Este congresso marcou a ruptura do PCB com o governo Lula, o fim das conversações sobre a reunificação com o PCdoB, e apontou um novo rumo para a estratégia partidária.
Em 2009 o PCB realiza seu XIV congresso nacional, e Ivan Pinheiro tem visitado as bases do Partido pelo Brasil promovendo o lançamento das teses congressuais.
ROEDEL, Hiran. Atitude subversiva: biografia de Ivan Pinheiro. Rio de Janeiro: Fundação Dinarco Reis, 2000.
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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Golpistas hondurenhos assassinam professor


O professor hondurenho que foi ferido à bala na cabeça na quinta-feira, quando militares e policiais, sob ordens dos golpistas, avançaram contra um protesto em favor do legítimo presidente, Manuel Zelaya, morreu este sábado após permanecer em coma durante três dias, segundo informou a família e o sindicato de docentes. Esta é a quarta vítima desde o golpe de Estado em 28 de junho passado. às 00h30 hora local (06h30 GMT) do sábado, Roger Abraham Vallejo "deixou de respirar", segundo confirmou o dirigente do sindicato os professores, Sergio Rivera.

A enviada especial da teleSUR a Tegucigalpa Madeline García detalhou por telefone que os preparativos para o funeral o enterro do professor já estão adiantados, e que se prevê sepultá-lo este mesmo sábado.

O cidadão hondurenho, vítima da repressão militar que impera na nação, entrou em coma na quinta-feira após ser operado depois dos incidentes em uma rodovia de acesso à capital hondurenha.

A morte de Vallejo representa a quarta desde o golpe de Estado do dia 28 de junho passado, como conseqüência das persistentes agressões das forças de segurança contra o povo.

Vallejo, de 38 anos de idade, deixa esposa e um filho de 10 meses, segundo Rivera, que assegurou que o sentimento entre seus companheiros do sindicato de professores é de "indignação, muita indignação".

O cidadão hondurenho foi atingido por uma bala disparada pela Polícia, quando, mediante o uso da força, militares e agentes policiais dispersavam um bloqueio na rodovia da saída norte da capital, que se mantinha em protesto contra o governo de fato, presidido por Roberto Michelleti.

Nestes fatos houve seis feridos e 88 detidos, segundo a polícia, enquanto que a Frente de Resistência Contra o Golpe afirma a existência de 72 feridos e mais de uma centena de presos.

O setor de professores hondurenhos, uma das associações mais fortes do país, constitui, junto com os camponeses, um dos pilares do movimento que exige o retorno da institucionalidade democrática no país centro-americano.

Neste sábado, o povo continuará em sua luta pelo retorno de Zelaya. Para este dia, artistas de Honduras unirão esforços para acompanhar a prolongada resistência popular contra o golpe de Estado, que completa sua trigésima quinta jornada consecutiva.

O coordenador geral da Frente Nacional contra o golpe de Estado, Juan Barahona, anunciou na quarta-feira um ato político-cultural como a atividade em defesa da restituição da ordem constitucional neste sábado.

Tradução: Rosalvo Maciel

Original em teleSUR
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sábado, 1 de agosto de 2009

Adiado reinício das aulas em Minas


A Secretaria Municipal de Educação de BH, Smed, anunciou hoje que as aulas nas escolas municipais serão retomadas apenas no dia 10 de agosto, segunda-feira. De acordo com o comunicado, a medida é preventiva, visando evitar a disseminação do vírus H1N1.

O vírus é o causador da gripe conhecida como Influenza A (ou Gripe Suína) e a medida foi tomada em conjunto entre o Comitê de Enfrentamendo à Influenza A, o Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais, Sinep/MG, a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, SEE e a Smed.

Os sindicatos de trabalhadores em educação: SindRede/BH (municipal/BH), Sind-UTE/MG (estadual) e Sinpro Minas (particulares) não foram consultados.

Em nota no seu site, o sindicato dos professores particulares levanta a questão do adiamento sem prejuízo nos vencimentos d@s professor@s e afirma acreditar "que a medida é ineficaz e a prorrogação das aulas em uma semana não será suficiente para dissipar o problema". SindRede/BH e Sind-UTE/MG ainda não se manifestaram.
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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Professor Pablo da Intersindical/MG lançará livro sobre as ferrovias mineiras no dia 14 de agosto


Tenho o prazer de convidar você para o lançamento de meu livro, Ferrovia, sociedade e cultura (1850-1930), dia 14 de agosto, a partir das 19h, na livraria Travessa (Savassi).

Um grande abraço!
Pablo Lima
Professor de história da UFMG
e militante da corrente sindical
Unidade Classista/Intersindical
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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Show com Pedro Muñoz em Sabará/MG, quinta-feira, 30 de julho - IMPERDÍVEL!!


Companheiros e amigos,

o cantor e compositor Pedro Muñoz se apresentará

em Sabará/MG, dia 30 de julho, quinta, as 20h no barroco 2 (Praça Santa Rita, s/n - Centro).

Vale a pena conferir a passagem inédita deste grande violeiro popular por terras

sabarenses.

Não será cobrada entrada, mas pedimos a todos que prestigiem o evento

e a obra de Pedro, que estará vendendo seus CDs no evento.


NÃO PERCAM! ÚNICA APRESENTAÇÃO!

telefone para contatos: (31) 36711761


abraços a todos


Daniel Oliveira

CAL/MG




O cantar de um trovador – Pedro Munhoz


Já se vão três décadas desde as primeiras lições de violão. De lá para cá muita coisa mudou para o menino nascido em Barra do Ribeiro-RS, às margens do rio Guaíba, que um dia deixou tudo e partiu. Ganhou o mundo e as canções.


Começou a compor ainda na escola, em 1977. Depois vieram os festivais estudantis, os conjuntos de baile, os bares e as andanças. Muitas andanças. Queria falar da vida, das pessoas, do mundo e seus dramas. Nos primeiros anos vivendo em Porto Alegre, dividia-se entre trabalhar para sobreviver e buscar espaço para mostrar suas canções. Mas a cidade não tinha olhos para aquele menino do Interior. Era pedir demais num período de muitos estilos, influências e apelo comercial. Nada diferente de hoje.


Aos poucos foi construindo seu caminho, sem perder o estimulo e a coerência. Na bagagem influências que passam pela musica regional, cigana, ao gosto erudito, sobretudo por Bach e Vivaldi. Das milongas, chacareras e zambas do mestre Atauhalpa Yupanqui, às cantigas catingueiras e medievas de Elomar. De Noel Guarani a Vital Farias. Pedro Munhoz é um menestrel, um bardo, um trovador, resistindo, contrapondo- se a um tempo de desvalores, onde a vida vale pouco ou quase nada.


Possui quatro trabalhos discográficos independentes (ver: www.pedromunhoz. mus.br), tendo recentemente gravado o 5º CD, intitulado, C´aminhador. Percorre o país realizando recitais em escolas, universidades, sindicatos, salas de concerto, teatros e onde quer que estejam pessoas para ouvir o seu canto e suas histórias de eterno caminhante. Defensor inconteste da reforma agrária, da ecologia e direitos humanos, mantém contato permanente com os movimentos sociais. Atuou em 2003 e 2005 nas edições respectivas do Fórum Social Mundial, em Porto Alegre e inúmeros eventos em mais de vinte anos de carreira. Com um perfil artístico engajado já se apresentou em países como Uruguai, Canadá, Cuba, França, Chile, Itália, México Guatemala, Portugal, Espanha, Venezuela, entre outros. Ja dividiu o palco com artistas como: Belchior, Xangai, Vicente Feliú (Cuba), Silvio Rodriguez (Cuba), Fabio Paes, Numa Moraes (Uruguai), Daniel Viglietti (Uruguai), Victor Batista, Chico César, Pereira da Viola, entre outros.

Charles Anderson

assessoria

fone: 053 - 9111 - 9422

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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Blog Diário da Classe completa um ano de lutas e vitórias!


Foi em Julho do ano passado que postamos o primeiro texto no recém criado Diário da Classe, apresentando a Intersindical aos trabalhadores em educação mineiros e nos colocando na trincheira (não caberia outra palavra...) da resistência à política neoliberal do desgoverno Aécio.
De lá pra cá, foram muitas, realmente muitas batalhas travadas. Participamos ativamente da greve estadual no segundo semestre de 2008, e estivemos presentes em todas as jornadas da rede municipal na capital mineira.
Depois de um ano, podemos dizer que estes dois polos são hoje uma realidade dentro da nossa opção de organização, a corrente sindical Unidade Classista/Intersindical-MG.
Internacionalmente, nos solidarizamos com dois povos golpeados pela oligarquia reacionária, o boliviano, ainda em 2008, e mais recentemente o povo hondurenho.
Mas como disse o poeta, um ano não é nada, e muito temos que fazer. Participaremos este mês, em Poços de Caldas, do congresso do SindUTE, com a tese da oposição unificada Muda SindUTE, e em 14 de agosto estaremos presentes na greve da rede BH.
Ainda em Agosto a Intersindical, agora ampliada com a participação ativa dos companheiros da Consulta Popular, somará força aos demais movimentos para construir uma semana de lutas vitoriosas, do dia 10 à 14.
Em um ano, nossa organização cresceu e se ampliou. Iniciamos agora a organização e inserção de nossos militantes na luta dos trabalhadores em educação da rede particular, da PUC/MG e da UFMG.
Que venham outros anos e outras lutas, mas sem perdemos nosso norte, a construção de uma sociedade mais justa e fraterna, a sociedade socialista, onde a educação não seja uma mercadoria, mas uma chave a mais para a libertação dos homens e mulheres deste mundo. Parabéns a todos que trilham estes passos. E um agradecimento especial do nosso coletivo a todos aqueles que jamais se afastaram da construção de um novo horizonte: os imprescindíveis!
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sábado, 18 de julho de 2009

Saudações aos delegados(as) ao VIII º Congresso Estadual do SindUTE/MG




A Grave Crise Econômica que se abateu sobre o mundo nos últimos meses, deve ser entendida como uma crise de super acumulação capitalista, motivada entre outros fatores, pela grande concentração de riquezas nas mãos de grandes especuladores internacionais e pelo aumento vertiginoso da exploração sobre toda a força de trabalho mundial, que proporcionou recursos para alimentar a especulação capitalista.

Os efeitos dessa crise foram sentidos no Brasil de forma mais rápida e mais grave do que anunciado pelo Governo e os órgãos da imprensa.
Houve uma forte retração econômica, principalmente quanto à produção industrial, com destaque para os Estados de São Paulo e Minas onde os maiores cortes foram nos setores da mineração e metalurgia. Os índices econômicos apontam queda na produção em todos os setores produtivos, confirmados com a divulgação de queda no PIB de 3,6% no 1º trimestre. Tal quadro confirma a relação de dependência da economia brasileira e o nível de recessão que se aprofunda o que irá piorar a qualidade de vida do trabalhador e a consecutiva precarização da força de trabalho.

A dinâmica da crise econômica e as opções tomadas pelo governo evidenciam, ainda mais o seu alinhamento à lógica do grande capital. Sob o discurso do pacto social e do crescimento sustentável, articula-se a velha lógica de subordinar as reais demandas e necessidades urgentes da maioria da população brasileira ao crescimento da economia capitalista, entendida como a possibilidade de manter os níveis de lucratividade dos setores monopolistas. Daí todas as concessões à indústria automobilística, ao agronegócio, aos exportadores e aos grandes bancos, ao mesmo tempo em que o desemprego, a contenção dos salários, a flexibilização de direitos e os cortes às políticas sociais, são apontados como sacrifícios necessários para que o país encontre a saída para a crise.
O que vemos são os ricos cada vez mais ricos, que passaram do controle de 53% para 74,5% da riqueza nacional, entre 1990 e 2008, graças a lucros estrondosos como os das 500 maiores empresas que atuam no Brasil e que tiveram seus lucros entre 2003 e 2007 subindo de 2,3 bilhões para 43 bilhões, enquanto os assalariados vêm seus rendimentos diminuírem e os mais pobres recebem migalhas, obrigados a viver com 2 dólares por dia.
A desproporção do pacto social estabelecido no Governo Lula e que conta com o apoio de várias correntes sindicais, fica visível quando comparamos a ação de seus dois braços, o que acena aos trabalhadores e o que afaga os patrões. Em 2008, o governo destinou R$10,8 bilhões aos mais pobres em programas sociais como o bolsa família, dedicou R$ 162,3 bilhões ao pagamento de juros da dívida aos banqueiros. Entre 2000 e 2007 foram pagos a soma de R$ 1,267 trilhões para a dívida, áreas como saúde, educação e investimentos receberam no mesmo período cerca de R$ 554, 6 bilhões, menos da metade do destinado as banqueiros.
A priorização do agronegócio, carro chefe da produção dos superávits orçamentários agravou a exploração e expropriação no campo, inviabilizou a Reforma Agrária e condena os assentamentos à inanição de recursos abandonando a necessidade de uma nova política agrária. A ajuda sempre rápida aos monopólios industriais para manter suas taxas de lucratividade, com subsídios, redução de impostos e financiamentos a custo baixo, sem qualquer contrapartida social, contrasta com as perdas salariais, os cortes de emprego e a ofensiva por redução de jornadas com redução de salários aceitas pelas centrais sindicais cooptadas pelo pacto social.
Em Minas o cenário não é diferente. Ao contrário, podemos afirmar que os efeitos da crise intensificaram os ataques do Governo Aécio sobre o funcionalismo.
Blindado pelos meios de comunicação e com fraca oposição sindical e política, Aécio conseguiu reduzir direitos e precarizar mais ainda a situação do funcionalismo público. Além das políticas de choque de gestão que reduziram drasticamente investimentos em áreas sociais, somado ao achatamento salarial e desrespeito a direitos, os trabalhadores em educação se viram aprisionados à aprovação de um plano de carreira que não possibilita de fato uma progressão qualitativa aos educadores, além de substituir a política de reajuste salarial por abonos e gratificações por produtividade resultando num cenário de perdas salariais ao mesmo tempo em que subordina mais ainda a educação às metas eleitoreiras do Governo.
Há quatro anos não se faz concursos no Estado, sendo que a opção do Governo tem sido a manutenção dos contratos temporários que precarizam a educação e significam contenção de gastos para o Governo. Apesar das maquiagens feitas em diversas escolas do Estado o fundamental não foi resolvido, ou seja, não se investiu na formação dos educadores, em seus salários e tão pouco na melhoria das condições de trabalho.
O Sindute, por sua vez, amarga uma grave crise de identidade. Esse sindicato que é o maior em representatividade do funcionalismo público estadual e que no passado distante obteve grandes conquistas para o conjunto dos trabalhadores, armando ideologicamente a classe, informando e formando opinião no dia a dia dos educadores, hoje está distante da realidade dos trabalhadores em educação não se importando mais com a construção política da consciência e da resistência dos educadores.
Através da sua direção política, ligada a Articulação Sindical, o Sindute vem perdendo referência em diversos municípios do Estado sendo que o maior patrimônio que podia-se ter, ou seja , a credibilidade e a referência de entidade de classe junto aos trabalhadores(as) em educação, tem sido paulatinamente dilapidado por ações equivocadas ou pela falta de engajamento com a
A INTERSINDICAL participa ativamente do MOVIMENTO MUDA SINDUTE - OPOSIÇÃO, pois entendemos que é fundamental a unidade de ação de todos(as) aqueles(as) que acreditam na possibilidade da construção de um sindicalismo classista, democrático, independente de governos e patrões e que garanta de fato conquistas para os trabalhadores(as). Acreditamos que ainda é possível resgatar o Sindute para esse projeto, necessário para enfrentar não apenas os efeitos da Crise Econômica, mas também os ataques que cada vez mais vem se intensificando sobre nós.
Por isso convidamos a todos(as) aqueles(as) que possuem identificação com essa proposta, que não estão satisfeitos com a trajetória de derrotas e a falta de perspectivas que a Direção do Sindute - Articulação Sindical, impuseram à nossa categoria, a unir forças contra a paralisia sindical e contra o desmonte da educação pública. Participe das PLENÁRIAS DO MOVIMENTO MUDA- SINDUTE e venha conhecer o movimento INTERSINDICAL uma nova alternativa de LUTA E ORGANIZAÇÃO PARA A CLASSE TRABALHADORA BRASILEIRA.
*PELA DEMOCRATIZAÇÃO DO NOSSO SINDICATO: PROPORCIONALIDADE JÁ!
* CHEGA DE ENROLAÇÃO, REAJUSTE SALARIAL E CONCURSO PÚBLICO JÁ!
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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Atividades do SindREDE/BH - Calendário de mobilização


Dia 06 a 10 de JULHO

Reunião com Pais e responsáveis: Esclarecimentos sobre a situação econômica da educação em BH, projeto de Ação popular (tirar comissão) e discussão sobre a situação dos profissionais de disciplinas especializadas e o final do 2º ciclo.

Dia 07/07 (terça-feira)15 h - Reunião Auxiliares de Biblioteca no Sind-Rede/BH

Dia 09/07 (quinta-feira)14 h - Lançamento do Projeto de Ação Popular na Praça 7

Dia 10/07 (sexta-feira)8h e 30min. - Reunião dos professores de disciplinas especializadas no Sind-Rede/BH


Em AGOSTO 2009
Seminário conjunto com representantes de Escola/Umei e Delegados Sindicais do Sindibel
06/08 (quinta-feira)
08h - Reunião de Representantes de Escola/UMEI
14h - Reunião de Representantesde Escola/UMEI
18h - Reunião de Representantes de Escola/UMEI

Dia 14/08 (sexta-feira)
Início da GREVE
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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação da Corrente Sindical Unidade Classista/MG apoiam a luta dos hondurenhos contra o golpe militar


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sexta-feira, 26 de junho de 2009

[RMEBH] ASSEMBLEIA APROVA GREVE A PARTIR DE 14 DE AGOSTO



Em Assembleia geral, mantendo a sua mobilização dos últimos meses, a
categoria definiu, por ampla maioria, deflagrar o movimento grevista em
agosto, bem como a data inicial da greve, o dia 14.
Esta é a nossa resposta à Prefeitura que diz realizar diversos estudos,
mas não conclui nenhum! Foi o que ocorreu novamente na reunião do dia 22
de junho. A informação inicial era que a reunião teria caráter informativo
(depois de reunião técnica inventou-se mais esta) sobre os
encaminhamentos já tomados depois da última reunião. Esta foi a 8ª reunião
e as respostas são”estamos realizando um estudo sobre as reivindicações
de vocês: situação dos celetistas; proposta da categoria para a regra de
transição; regulamentação dos cursos à distância; situação da averbação do
tempo do Estado e alguns municípios; situação dos auxiliares de escola,
secretaria e biblioteca; saúde do servidor; jornada complementar da
educação infantil.
Duas novidades foram colocadas na reunião: o vale-alimentação/
refeição será pago em espécie, no contra-cheque, e não mais como cartão; a
SMED está estudando a ampliação da jornada da educação infantil para 06h
diárias.
E houve alguns “nãos”: a PBH não está considerando a aposentadoria
especial para quem esteve na direção antes de 2006; a situação do Caixa-
Escolar será discutida com a SMED; não é possível estender o valealimentação/
refeição para os/as auxiliares de escola concursados/as.
Neste sentido, é necessário que cada escola/UMEI organize a sua
participação na greve no retorno das minguadas férias julinas. Além disso,
que garanta a presença de seus/suas representantes na reunião do dia 01 de
julho, nos três turnos.
Destacamos ainda a fabulosa manifestação realizada após a assembleia
em conjunto com os demais setores do funcionalismo, finalizada com o
Arraial dos Laranjas, na porta da PBH, com caldo de feijão, pipoca, almoço,
jogo de futebol, quadrilha. Teve ainda a apresentação do hit do momento
“Biquinho Doce”, apresentado pela companheira Rosa, caracterizada de
Florícia Dumar.
Nossa categoria continua mantendo a unidade dos/as servidores/as
municipais na luta contra o governo Lacerda, principalmente agora que os
demais setores deflagraram a greve neste momento. Por isso, já
programamos algumas atividades conjuntas para o início do próximo
semestre.
Precisamos de cada companheira e companheiro na luta em defesa dos
nossos direitos. Precisamos de cada companheira e companheiro na luta
contra os desmandos da SMED e da omissão dos demais secretários e,
especialmente, do Sr. Lacerda.
Propostas aprovadas:
*Greve a partir de 14/08/2009
*Ação Popular com três eixos: pela unificação da carreira de Educador
Infantil e Professor Municipal; Piso Salarial de nível médio para os
Trabalhadores/as em Educação; Progressão por mérito na carreira pelo
tempo mínimo estabelecido pelo estatuto. Campanha por recolhimento de
90 mil assinaturas até Outubro/09. Envolvimento de toda a categoria,
entidades do movimento sindical e popular, faculdades de educação, etc.
*Divulgação do estudo do ILAESE sobre o financiamento da educação no
município de Belo Horizonte.
Orientações à diretoria:
@Não inclusão de valores de vale refeição em contracheques.
@Retomar junto à administração negociação para pagamento no 1º dia do
mês.
@Levantar custo de inserção de mensagem na mídia.
Propostas remetidas para Reunião de Representantes
@Redução de módulo em julho.
@Contratação de Assessoria Estratégica.
@Criação de Fundo de Greve.
@Carta para a comunidade.
@Mobilizações Regionalizadas.
@Festa para comemoração da Carta Sindical do Sind Rede/BH.
@Não reposição de greve e paralisações
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quarta-feira, 24 de junho de 2009

CAMPANHA SALARIAL 2009 - Os servidores públicos municipais de BH advertem: Os trabalhadores não pagarão pela crise do capitalismo - Fotos 23/06/09


Estamos em mais uma campanha salarial. Além do reajuste dos salários, diversas questões permanecem em nossa pauta de reivindicações como pendências: gestão democrática, tempo coletivo, política de saúde do/a trabalhador/a, os cursos de pós-graduação, a isonomia de tratamento e salarial, autonomia de organização sindical, a luta contra o assédio moral, etc. Porém, na contra-mão da história, a PBH, copiando o famigerado ''choque de gestão'' do governo estadual, piora as já precárias condições de trabalho. Agora, “oferece” 0% de reajuste alegando que o município não pode se comprometer com uma campanha salarial em tempos de crise do capitalismo. Certamente ouviremos que haverá redução nos gastos públicos. Mas, para garantir “o bom funcionamento da máquina estatal” os gerentes já tiveram o seu quinhão. O prefeito ganha hoje R$633,00 por dia, e os/as secretários/as R$433,00.
Apresentado à população em vistosas propagandas no horário nobre durante a campanha eleitoral, Márcio Lacerda apresentou um programa semelhante a outros governos tucanos, como o de Serra e Aécio Neves. O fim da estabilidade do emprego, seguido de medidas como avaliação de desempenho, avaliações externas como parâmetro de produtividade, efetivação sem garantia de plenos direitos, enfim, toda essa série de medidas caminham no sentido de dividir e espoliar os servidores públicos de BH.
A Intersindical compreende que tal situação decorre, entre outras coisas, da total exclusão do direito de participação política através de espaços democráticos, nos quais as classes populares tenham voz e possam interferir de maneira direta na elaboração, aplicação e fiscalização das políticas públicas. Entendemos que somente dessa forma os interesses do conjunto da sociedade, e em especial a Classe Trabalhadora e os servidores públicos municipais, podem ser priorizados. Chega de agressão! Nenhum direito a menos! Avançar em novas conquistas!


INTERSINDICAL/MINAS GERAIS























































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sábado, 20 de junho de 2009

Militante da Corrente Sindical Unidade Classista/Intersindical vence concurso literário da ASSEMP/BH


CONCURSO LITERÁRIO DA ASSEMP CHEGA AO FIM - Comissão selecionou dez frases, com os autores das três melhores sendo premiados pela Associação.

O primeiro lugar ficou com o auxiliar de biblioteca escolar Daniel Oliveira. Veja a matéria na íntegra no link abaixo.




"É preciso sonhar, mas com a condição de crer em nosso sonho, de observar com atenção a vida real, de confrontar a observação com nosso sonho, de realizar escrupulosamente nossas fantasias. Sonhos, acredite neles." Vladimir Lênin
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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Tese unificada da oposição Muda SindUTE/MG - Conjuntura Nacional


Em se tratando de crise econômica mundial, nenhum país do mundo pode ser considerado uma ilha, e no caso do Brasil a evolução da economia está completamente condicionada à crise internacional. Ainda mais em se considerando o lugar particular em que o país ocupa nesse processo, ao ter se transformado em uma plataforma de produção e exploração utilizada pelas transnacionais e de submetrópole (econômica e política), para ajudar os países imperialistas na colonização dos demais países do globo. Seguindo o mesmo discurso dos principais governos imperialistas, Lula e sua equipe, assumiram o discurso diante da crise do que “o pior já passou”. Depois de afirmar com toda certeza que as coisas melhorariam a partir de março, agora renovam a aposta para o segundo semestre, mesmo admitindo que haja “recessão técnica” e apresentando índices negativos do PIB no primeiro trimestre. Toda propaganda de Lula para o próximo período é respaldada numa pequena elevação dos números na produção em setores como o automobilístico, alimentício, petróleo e construção civil, graças a alguma redução do IPI e a centralização de esforços em políticas como a do PAC e do plano de obras para habitação. Mas mesmo assim, os números não são nada otimistas. Existe uma totalidade em declínio na economia brasileira, o que mais indica uma recessão e não uma retomada da economia. A própria indústria automobilística, o carro chefe da “recuperação”, os limites já estão claros, com a redução do IPI levou a um estímulo temporário das compras, mas os números de vendas ainda estão em patamares inferiores aos dos últimos períodos. E há ainda contradições, existe um outro setor da economia que é distinto da produção e consumo internos, que é o setor dependente das exportações, como o agrícola e mineral. O agronegócio já teve queda nesse semestre em trono de 9,45% em exportações e a Vale teve redução de 25,9% na produção de ferro. A expectativa é que o Brasil vá a 2009 com uma queda em torno de 1,3%. O desemprego segue crescendo e atingiu em março 15,1% pelos dados oficiais, e como afirmou o próprio governo que para o segundo semestre deverá cair, mais mesmo assim, permanecerá em torno de 11%. As demissões com a crise no país já se aproximam em um milhão de pessoas. Lula reage à crise usando todo seu poder de propaganda e apoio das principais direções majoritárias das principais centrais dos trabalhadores e dos movimentos populares. Tenta a todo o momento parecer não ter responsabilidade na crise e manter sua popularidade. Mas iniciativas como o PAC, e plano de habitação popular já estão comprometidos. O PAC tem mais da metade de suas obras paradas, o plano de moradias tem uma meta de casas a serem concluídas, mas não tem uma meta para execução e término das obras. A posição do governo de respaldar o FMI no G20, é um dos maiores crimes políticos de Lula, não deixando assim, dúvidas quanto á semelhanças á governos tucanos como foi FHC e como vem sendo Aécio Neves. Por fora da injeção ao FMI de recursos que podem chegar a 14,5 bilhões de dólares, o mais grave é dar respaldo político do governo brasileiro á recuperação do FMI, órgão falido desde a eclosão da crise e responsável por inúmeras políticas que sucatearam setores de fundamental importância como, por exemplo, a educação.
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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Atividades do SindREDE/BH - Calendário de Lutas



17/06- 14h - Reunião de Readaptação Funcional

18/06 - 8h - Reunião com os professores de disciplinas específicas.

18/06 - 14h - Coletivo de Inclusão

19/06 8h/14/18h - Reunião de Representantes de Escola/UMEI

23/06 - 8h - Assembleia Geral na Praça da Estação com ATO UNIFICADO com os demais servidores, movimentos sociais e com sindicatos da região Metropolitana

24/06 - 9h - Audiência Pública na Assembleia Legislativa que discutirá o tema “Assédio Moral: essa dor não quer ser mais calada"

24/06 - 13h30 - Audiência Pública sobre os/as Auxiliares Contratados/as pelo Caixa Escolar.
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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Em defesa da educação e do Pronera


Estamos mobilizados em todo o Brasil para defender a educação do campo, uma conquista dos movimentos sociais que lutam por Reforma Agrária no nosso país.
Nosso desafio é grande. Aprendemos com a luta que a Reforma Agrária vai além da simples conquista da terra, e passa necessariamente por uma política séria de educação. Nosso país figura entre os piores do mundo nesse sentido. Dados da Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação mostram que há 35 milhões de analfabetos nas nações latino-americanas. Mais de um terço destes são brasileiros. E apenas 0,2% são cubanos. Isso demonstra que investir na escolarização de um povo é vontade política, é determinação pela soberania, é vontade de construir uma história digna.
Por isso a educação é parte fundamental da luta do MST. A burguesia brasileira não admite que o conhecimento seja acessível aos pobres. E por isso enfrentamos tanto preconceito e barreiras para ter garantido o direito básico de estudar. Fazemos questão de montar escolas sempre onde montamos acampamentos. Temos um programa para erradicar o analfabetismo em nossas áreas e lutamos por políticas públicas que garantam a formação em todos os níveis.
Atualmente, 300 mil pessoas do MST estão estudando, incluindo crianças da Educação Infantil, passando pela Escola de Jovens e Adultos (EJA), cursos profissionalizantes e universidades. Mais de 50 mil pessoas já aprenderam a ler e escrever no MST.
Não reconhecemos o mesmo esforço por parte de nossos governantes. Segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), de 2007, 14 milhões de pessoas são analfabetas no Brasil. Se somarmos a este dado os analfabetos funcionais - pessoas que sabem ler, mas têm grandes dificuldades em interpretar textos - chegaremos a 32,1 milhões de pessoas, ou 26% da população acima de 15 anos de idade.
No campo, essa realidade é ainda mais cruel. Dados do IBGE apontam que 29,8% dos adultos são analfabetos e apenas 23% dos alunos de 10 a 14 anos estão na série adequada para sua idade.
O Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera) é um dos poucos programas federais voltados para alterar essa realidade. O Pronera tem como missão promover aos acampados e assentados o acesso à educação formal em todos os seus níveis, desenvolvendo ações desde a alfabetização, EJA, ensino fundamental, médio, cursos profissionalizantes, superiores e de especialização.
De 1998 a 2002, o Pronera foi responsável pela formação de 122.915 assentados. De 2003 a 2008, mais 400 mil jovens e adultos tiveram acesso à escolarização. Atualmente, 17.478 pessoas estão em processo de formação, em 76 cursos pelo Brasil.
No entanto, esse direito está ameaçado. O Incra, responsável por executar o programa, decidiu suspender todos os convênios para novos cursos. Além disso, o governo cortou 62% do orçamento do Pronera, proibindo ainda o pagamento de bolsas aos professores das universidades e aos educandos. Até os cursos em andamento podem ser cortados.
Não podemos aceitar essa retirada de direitos. Contamos com o apoio da sociedade brasileira para impedir que, mais uma vez, seja negado a um ser humano o direito elementar de conhecer e interpretar o mundo.
Queremos terra, Reforma Agrária e o direito de estudar para continuar a transformar a realidade.
Por isso exigimos do governo federal:
- A recomposição do orçamento do Pronera
- A regularização do pagamento dos coordenadores e professores que trabalham nos cursos nas universidades
- A retomada da parceria para novos cursos, através de convênios e destaques orçamentários.
Movimento Sem Terra: Por Escola, Terra e Dignidade!
Coordenação Nacional do MST
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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Veja as fotos do ato na secretaria de educação de BH
















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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Trabalhador na rua, Lacerda a culpa é sua! Mais de 3.500 servidores públicos de BH tomam as ruas da capital mineira




"Procura-se o prefeito". Esta frase bem-humorada foi a senha para o grande ato que percorreu as ruas de BH nesta fria manhã de quarta-feira. Na praça da estação, duas assembléias simultâneas. Mais de mil trabalhadores em educação de um lado. Do outro, as cores indicavam os segmentos: de laranja os servidores da limpeza urbana, de branco a turma da saúde e de azul os trabalhadores da administração direta do município.


As onze horas os segmentos, irmanados, sairam em caminhada rumo à prefeitura. A indiganação de todos e o constante descaso desta gestão com os servidores públicos em momento algum foi esquecido. Na entrada da prefeitura os servidores da prodabel, departamento responsável pela informatização do município, e os trabalhadores e trabalhadoras em educação das cidades de Contagem e Neves já nos esperavam.


Enfim, todos e todas na avenida Afonso Pena: 3.500 trabalhadores e trabalhadoras da Grande BH manifestando suas pautas reivindicatórias e sua certeza em um futuro mais justo e igualitário.


Meio-dia o desfile popular, mais comovente do que centenas de apoteoses, se encerrou, mas não sem antes dar o seu recado em alto e bom som: trabalhador na rua, Lacerda a culpa é sua!


Amanhã, dia 04 as 8h, a mobilização será na porta da secretaria municipal de educação, e dia 23 de junho a luta unitária continua, em conjunto com os demais segmentos do serviço público. Não pagaremos pela crise do capitalismo. Nenhum direito a menos. Avançar em novas conquistas!




Daniel Oliveira - EM José de Calasanz - Coletivo Travessia/Unidade Classista/Intersindical
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segunda-feira, 1 de junho de 2009

PERSEGUIÇÃO ÀS LIDERANÇAS DA COMUNIDADE CAMILO TORRES


O Secretário da Regional Barreiro, Senhor Leonardo Couto, ordenou à Diretora da Escola Municipal Luiz Gonzaga Junior que efetuasse o desligamento arbitrário do companheiro Lacerda Santos Amorim da Coordenação do Projeto Escola Aberta¹ naquela unidade educacional. Da mesma forma, a companheira Dayse Antonia França foi exonerada do Distrito Sanitário do Barreiro (Zoonoses) sem qualquer justificativa² .

Entenda o caso:

Lacerda e Dayse são destacadas lideranças da Comunidade Camilo Torres e participaram ativamente do processo de negociação com a Regional Barreiro quanto à fração pública do terreno, ocupada desde 2008.

Ao longo desse processo de negociação, os dois companheiros, assim como os demais representantes da Comunidade, se mostraram firmes nas reivindicações e não se deixaram capitular pelas artimanhas do Senhor Leonardo Couto. Esse senhor, na última reunião realizada no dia 14 de maio, chegou a oferecer bolsa aluguel às famílias durante 90 dias (!) para sair pacificamente do terreno e permitir a demolição dos seus lares.

Obviamente, as lideranças refutaram a proposta imoral após obter o respaldo da comunidade que votou consensualmente em assembléia para negar o acordo. Mas, graças ao trabalho da brava Comissão Jurídica, integrada por Advogados Populares e Defensores Públicos, pela segunda vez, a ordem de despejo foi provisoriamente suspensa.

Em função disso, como forma de retaliar e perseguir as lideranças da comunidade, o Senhor Leonardo Couto, ordenou o desligamento ilegal do companheiro Lacerda e da companheira Dayse, sem qualquer motivação justa e sem assegurar o direito à ampla defesa.

Perseguição documentada:

No caso do companheiro Lacerda, a simplicidade do ofício dirigido à diretoria da escola deixa manifesto a arbitrariedade do ato exarado pelo Senhor Leonardo Couto.

Assim diz:

"Solicitamos que o Senhor Lacerda dos Santos Amorim seja desligado da função de coordenador da Escola Aberta desta escola" (doc 01 - em anexo)

Pressionada pelo manditismo político, a Diretora da Escola Luiz Gonzaga Júnior cumpriu a ordem do Senhor Secretário da Regional Barreiro. Entretanto, fez constar na Portaria que foi publicada sua contrariedade ao ato autoritário que se viu obrigada a cumprir:

"Declaramos que nesta data estamos desligando da função de coordenador da Escola Aberta desta escola o Sr. Lacerda dos Santos Amorim, atendendo solicitação do Sr. Leonardo Couto - Secretário de Administração Regional Municipal Barreiro. Declaramos também que nestes três anos de coordenação do projeto o Sr. Lacerda executou com competência, dedicação e legitimidade as tarefas a ele atribuídas, de forma voluntária" (doc 02 - em anexo)

Importante dizer ainda que, segundo informações obtidas com servidores da própria Regional Barreiro, a ordem do Senhor Leonardo Couto foi autorizada pelo Senhor Prefeito Márcio Lacerda. Isso reflete a política autoritária de todo um governo que se fecha ao diálogo e reprime aqueles que não se deixam cooptar.

"Não se deixar cooptar, não se deixar liquidar e garantir vitórias para o povo" - Florestan Fernandes


Medidas a serem tomadas:

Diante deste lamentável episódio, além de denunciar o fato a toda sociedade mineira, vamos estudar junto à Comissão Jurídica da Comunidade Camilo Torres os mecanismos judiciais para reverter esse quadro e para condenar o responsável direto pelo ato: o Secretário Administrativo da Regional Barreiro, Senhor Leonardo Couto.

Paralelamente, fortaleceremos a nossa Comunidade e nossa luta para os dias de perseguição, truculência e medo que a Prefeitura quer nos impor.

Contamos com a solidariedade de tod@s que, como nós, querem ocupar corações e mentes para construção de uma nova cidade!

Anexos:

Doc 01 - Cópia do ofício do Senhor Leonardo Couto enviado à Diretora da Escola

Doc 02 - Cópia da Portaria que determinou o desligamento do companheiro Lacerda

Doc 03 - Foto do Senhor Leonardo Couto inaugurando obra do Barreiro ao lado do Prefeito Márcio Lacerda

Doc 04 - Comunicado completo em word


"Onde morreu Camilo,
nasceu uma cruz
Não de madeira,
mas sim de luz"
Victor Jara


- FORUM DE MORADIA DO BARREIRO -
- BRIGADAS POPULARES -


Referências:

1 - Projeto Escola Aberta, é um projeto financiado com recursos da UNESCO, organizado pelo Governo Federal, e aderido pelos Estados e Municipios. Os Coordenadores e oficineiros são pessoas da comunidade que trabalham de forma voluntária recebendo apenas ajuda para custeio de alimentação e deslocamento. É exigido como requisitos para ser voluntário desse Projeto ser morador da comunidade, não ter vinculo empregaticio com a escola e o Municipio. No caso do Coordenador o mesmo deve cumprir os requisitos acima citados e ser de confiança da comunidade e do colegiado escolar. 2 - A compaheira Dayse Antonia França trabalhava no Bairro Tirol como contratada e estava a espera da efetivação no cargo, pois a mesma havia sido classificada no concurso publico. Agora, dois meses antes do termino do contrato, a mesma foi demitida como resposta ao seu engajamento na defesa dos direitos da Comunidade Camilo Torres
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quarta-feira, 27 de maio de 2009

A Unidade Classista e o 8º Congresso do SindUTE-MG


O oitavo Congresso do Sindicato dos Trabalhadores na Educação do estado de Minas Gerais acontecerá nos dias 21 a 24 de Julho, em Poços de Caldas.

Trata-se de uma categoria humilhada e massacrada pelos sucessivos governos neoliberais de Minas. Aécio Neves não paga nem o piso mínimo para professores estipulado por lei federal. Na verdade paga a metade desse mínimo! O SIND-UTE, por sua vez, não consegue (tenta?) atingir esse governo fajuto, inventor de impostos, que não fez nada para o estado a não ser muita propaganda.

É indispensável que os trabalhadores na educação ao menos controlem seu próprio sindicato como instrumento de defesa contra o massacre que estão sofrendo. Qualquer trabalhador sindicalizado pode participar do Congresso, contanto que consiga o apoio (assinaturas) de 16 companheiros na base (mesmo que não sejam sindicalizados). As inscrições se encerram no dia 10 de Junho.

Praticamente toda a base está descontente com o SIND-UTE, de forma que a Corrente Sindical Unidade Classista tem a obrigação de auxiliar qualquer desses trabalhadores a participar desse Congresso.
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terça-feira, 26 de maio de 2009

Os Aspectos Culturais e Educacionais da Revolução Cubana - Debate


Atividade dos 50 anos da Revolução Cubana

28 de maio,quinta- feira

19:00h Debate: “Os Aspectos Culturais e Educacionais da Revolução Cubana". Com Maria Antônia Ramos - Conselheira Política da Embaixada de Cuba no Brasil

Local : Cine Teatro - terça- feira
Silviano Brandão s/n° - Centro de Contagem
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quarta-feira, 20 de maio de 2009

RESPOSTAS DA PBH AS NOSSAS REIVINDICAÇÕES ATÉ 12 DE MAIO


Realizamos duas reuniões de negociação com a PBH. A primeira, no dia 04 de maio, com a presença das Secretaria de Educação, Recursos Humanos e Planejamento, e a segunda, no dia 12 de maio na SMED.

REUNIÃO DE NEGOCIAÇÃO COM A SMARH E SMED - 04/05
No dia 04 de maio as propostas do governo foram apresentadas pelo Secretário de Planejamento Sr. Helvécio. Segundo ele, a PBH está elaborando um projeto mais amplo que inclui a assistência à saúde do funcionalismo, a reestruturação da BEPREM, a questão do Fundo Previdenciário, um projeto de formação permanente, a constituição de um código de ética para evitar o assédio moral, uma nova proposta de avaliação de desempenho.
Para isso, já foram contratadas assessorias para realizarem pesquisas sobre o clima institucional, o censo de saúde do/a servidor/a, a atualização do cálculo atuarial do Fundo Previdenciário. Caso seja necessário, serão realizadas adequações legais.
Em relação a alguns pontos urgentes da categoria, as respostas foram:
a) Reajuste Salarial: foi afirmado que neste momento não há nenhuma proposta e quando ela existir, não será linear. Ou seja, não será um índice igual para todos. Além disso, o governo discutirá com cada setor a remuneração variável. A partir de 2010 ela já será aplicada na área da saúde, através do Programa Bom de Serviço.
b) Vale-refeição: haverá um aumento do valor, que está em fase de estudo. Ainda não há data para ser definido nem o percentual que será aplicado.
c) Educação Infantil: vai regularizar o pagamento da jornada complementar realizada em 2008 na folha de pagamento de maio, que fica pronta em junho; vai regularizar, em maio, a questão do vale-refeição para dois cargos; será analisada, sem data definida, o pagamento da jornada complementar nos moldes da “dobra”; neste momento, não há discussão de unificação da carreira, pois a consideram distinta do cargo de professor e julgam que a expansão do atendimento ficará prejudicada.
d) Cursos de Pós-graduaçãoe) Avaliação de Desempenho: será realizada a terceira etapa da avaliação antes do final de junho.
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domingo, 17 de maio de 2009

RMEBH: CALENDARIO APROVADO NA ASSEMBLEIA DO DIA 14 DE MAIO


16 de maio - Participação na festada Ocupação Dandara com panfletagem
18, 19 e 20 de maio - Panfletagem nas comunidades escolares e discussão nas escolas/UMEIs
19 de maio - reuniões da Educação Infantil no sindicato - 8h e 14 h
20 de maio - reunião de Auxiliares de Biblioteca – 14 h
21 de maio – reunião de Direções de Escola/UMEI – 14 h
22 de maio – Manifestação na Secretaria Municipal de Educação - 15 horas
27 de maio – Prazo final para PBH apresentar respostas concretas às demandas da categoria
28 de maio – Plenária de Representantes
29 de maio – discussão nas escolas/UMEIs
02 de junho - reunião de professores/as de disciplinas especializadas
03 e 04 de junho – 02 (Dois) dias de GREVE
03 de junho - Assembleia Geral da Rede às 08 horas e Ato Unificado com os demais Servidores.
04 de junho - Manifestação na Secretaria Municipal de Educação
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quarta-feira, 13 de maio de 2009

CAMPANHA SALARIAL RMEBH 2009: ORGANIZAR A GREVE PARA GARANTIR ANTIGOS E NOVOS DIREITOS!



Na assembléia do dia 24 de abril definimos pela greve a partir de 14 de maio, caso a PBH não respondesse às nossas reivindicações na negociação do dia 04 de maio.
Sendo Assim, na reunião de negociação, os representantes do governo municipal afirmaram que não existe previsão de reajuste salarial e quando houver, ele não será igual para todos/as. Apresentaram ainda que pretendem discutir conosco a remuneração flexível, a reorganização da avaliação de desempenho, a reestruturação da BEPREM e da Previdência Municipal.
Ou seja, retomam polêmicos debates realizados entre 1998 e 1999 e que exigiram muita disposição de luta da Rede.
Em relação aos quase 5 mil diplomas de pós-graduação parados por motivos diverso (data de publicação da avaliação para fins de estabilidade com seis meses de atraso o que permitiu o protocolo dos cursos para progressão na carreira somente em janeiro de 2008, após a nova regra; os cursos ofertados pela PBH e iniciados antes da nova legislação, como Segundo Tempo, Escola Aberta, etc.), a resposta do governo foi de realizar um levantamento dos diferentes casos
até o final do mês para definir o encaminhamento que será tomado pela administração.
No caso da Educação Infantil, o governo afirmou que não pode unificar a carreira docente porque isso dificulta a ampliação do atendimento.

Ou seja, a PBH quer repetir a mesma política utilizada para a ampliação do ensino fundamental na década de 1980 e parte de 1990, quando a universalização do atendimento ocorreu a partir da precarização das condições de trabalho e de vida dos/as profissionais da educação.

As respostas do governo deixam explícito que só teremos retorno concreto às nossas reivindicações se colocarmos o bloco na rua e pressionarmos o governo. Neste sentido, defendemos que a assembléia do dia 14 de maio defina pela continuidade da greve com o seguinte calendário:


15 de maio - volta às escolas para
comunicar à comunidade escolar a
continuidade da greve


16 e 17 de maio - panfletagem nas
c omu n i d a d e s e c ome r c i o ,
participação na festa da Ocupação
Dandara


18 de maio - regional de greve e+
reunião do comando de greve


19 de maio - manifestação na PBH


20 de maio - manifestação na
Secretaria de Administração e
Recursos Humanos


21 de maio - assembleia

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domingo, 10 de maio de 2009

Lançamento do livro Ana A borboleta


Caros amigos,

O lançamento do meu primeiro livro "Ana a borboleta", será no dia 4 de junho, quinta - feira, na livraria Leitura do Pátio Savassi às 19:00h.
É com imensa alegria que compartilho com vocês este momento ímpar em minha vida.
Espero a afetuosa presença de todos vocês.

Um abraço,

Helenice M. Rodrigues de Lima

Professora da EM José de Calasanz

Belo Horizonte - Minas Gerais
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sábado, 9 de maio de 2009

Boletim da REDE - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de BH



Em Assembleia lotada, seguida de uma longa passeata, que passou pela Secretaria de Administração e seguiu até a porta da PBH, a categoria deu a resposta à omissão, aos desmandos e à incompetência do governo municipal e da SMED em resolver os problemas das escolas e responder, dignamente, às nossas reivindicações. Desta forma, a categoria definiu:


a) greve dia 14 de maio, no dia unificado de greve na PBH com todo o funcionalismo municipal;


b) a continuidade da greve da educação, será definida na assembléia do dia 14 de maio.


A unificação de nossa luta é uma resposta necessária ao continuísmo da política desrespeitosa desta administração com os/as servidores/as municipais e com todos/as os/as trabalhadores/as de Beagá que utilizam o serviço público.
A nossa decisão exige o debate interno nas escolas e a organização da categoria para garantir uma resposta coletiva à altura dos descaminhos que vivemos atualmente: a falta de tempo para nos reunirmos e pensarmos, coletivamente, propostas que garantam a qualidade do processo ensino-aprendizagem, o crescimento do adoecimento da categoria e das situações de conflito entre estudantes e docentes, a demora na regularização do pagamento dos cursos de pós-graduação e do pagamento da jornada complementar da educação infantil, o desrespeito ao direito da categoria em definir a sua organização e representação sindical.


CALENDÁRIO




14 DE MAIO: GREVE UNIFICADA NA PBH




27 de abril a 11 de maio
– Discussão nas escolas do indicativo de greve


8 de maio
14h - Reunião de professores de disciplinas específicas
18h30 - Reunião de Representantes do Noturno
(EJA, Ensino Regular Noturno)

12 de maio
8h e 14h - Reunião de Representantes - manhã e tarde


14 de maio - GREVE UNIFICADA NA PBH
14 HORAS - ASSEMBLEIA DA REDE PRAÇA DA
ESTAÇÃO


21 de maio
14 horas - Reunião Direções de escola/UMEI


http://www.redebh.com.br/


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domingo, 3 de maio de 2009

Proposta do MEC: Concurso único para professor da educação básica


O Ministério da Educação vai entrar em uma área até agora intocada pelo governo federal: a seleção de professores para a educação básica.

Em comum acordo com os secretários estaduais de Educação, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) apresentou uma proposta de concurso nacional para contratação de professores, tanto para as redes estaduais quanto municipais. O primeiro pode ocorrer já no segundo semestre deste ano, se houver adesão.

A proposta não é que o MEC faça a seleção no lugar dos governos locais, mas prepare a prova que será usada nos concursos, o que criaria um padrão mínimo nacional. "Nós discutimos há muito tempo a qualidade da formação do professor. Uma das formas de influenciar essa qualidade seria por meio dos concursos, mas muitos municípios afirmavam que é caro desenvolvê-los", explica a presidente do Consed.

O projeto apresentado pelo MEC prevê a formação de um banco de nomes para contratação pelos Estados e municípios. Os candidatos - formados ou terminando os cursos superiores de preparação de professores - fariam uma prova de 80 questões objetivas mais três dissertativas. No caso dos docentes de ensino infantil e da 1ª à 5ª série, haveria provas de conteúdo em matemática e português e métodos de aprendizagem. Nos demais, provas diferentes para cada área de ensino.

Uma outra possibilidade, apresentada pelos secretários ao Inep, seria que o ministério apenas tornasse disponível um banco de questões para serem usadas em provas montadas pelas próprias secretarias. O MEC ainda acena com a possibilidade de ajuda aos Estados e municípios que aderirem ao sistema. Uma das alternativas seria uma bolsa para os candidatos com melhor classificação a fim de garantir sua imediata contratação. Outra possibilidade seria oferecer cursos de formação para aqueles que não obtiveram resultados tão bons.

A seleção: por prova nacional, em uma fase de 5 horas, com 80 questões objetivas e 3 questões dissertativas, que serviriam também de redação

As provas ocorrerão no segundo semestre de 2009 para o ensino infantil e as séries iniciais do ensino fundamental; em 2010, haverá uma prova por semestre, para o ensino fundamental; e a partir de 2011, uma prova por semestre, para o ensino básico

As notas: A para as 15% melhores; B para as 35% melhores notas seguintes; C para as 35% melhores notas a seguir; D para as 15% piores

Se aderirem, os governos (Estados e municípios) poderão escolher com quais conceitos o professor é aprovado; podem acrescentar uma prova, com questões regionais, análise de títulos e outras perguntas

Além da prova, o MEC poderá oferecer bolsas para os melhores classificados e cursos para professores classificados com níveis mais baixos (B ou C)
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sábado, 2 de maio de 2009

MANIFESTO EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE




Na história da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte, nós, trabalhadores/as das escolas e as comunidades escolares, construímos propostas educacionais comprometidas com a classe trabalhadora. Expressão dessa luta é o capítulo de educação da Lei Orgânica do Município de Belo Horizonte, fruto do debate e das lutas sociais realizadas durante os anos 1980 e das propostas aprovadas no I Congresso Político-Pedagógico da Rede Municipal de Belo Horizonte, em 1990.

Entretanto, nos últimos anos, o governo municipal retrocedeu, e muito, as conquistas democráticas da educação, e abandonou qualquer resquício de diálogo com os/as trabalhadores/as e as comunidades escolares.

O atual governo aderiu ao projeto “Todos pela Educação”, modelo empresarial para a escola pública brasileira. Expressões dessa adesão são o Prêmio Parceiros da Escola, forma de privatização da educação pública, o Boletim Único, as Avaliações Sistêmicas e o retorno da reprovação automática.

Neste sentido, nosso desafio é construir uma política educacional que seja parte do processo de transformação social e do desenvolvimento pleno do ser humano. Uma política educacional que considere importante que:
a) as individualidades e práticas culturais, religiosas e políticas de cada comunidade sejam respeitadas para que a escola pública se transforme em um espaço de superação e de aquisição de conhecimento para a classe trabalhadora.
b) o Estado tenha políticas sociais que garantam melhorias efetivas na condição de vida da imensa maioria da população.
c) a construção de espaços sociais garantam a participação da classe trabalhadora na definição de políticas públicas, bem como na fiscalização das mesmas, por entendemos que somente dessa forma os interesses do conjunto da sociedade, e em especial a classe trabalhadora, podem ser priorizados.

Como elementos para a construção dessa política educacional apresentamos, a seguir, alguns pontos que consideramos fundamentais na sua constituição.

1) Os tempos e espaços escolares

Acabar com os espaços de reuniões coletivas, cortar e controlar o tempo de planejamento dos trabalhadores em educação é um desrespeito aos tempos dos/as estudantes; e ao dever dos/as trabalhadores/as em educação de planejar, avaliar, estudar[n1] e construir a proposta político-pedagógica, ações essenciais para a qualidade da educação e do trabalho educativo que garanta a participação consciente dos estudantes sobre a realidade em que vivem[n2] .
Neste sentido, defendemos o direito dos estudantes terem suas dificuldades e potencialidades pensadas pelo coletivo de trabalhadores/as.
Para isso, é urgente a ampliação do percentual da jornada de trabalho destinado ao planejamento, avaliação e estudo individual e coletivamente, além da ampliação do quadro das escolas, evitando assim as substituições nestes horários.

2) Autonomia e Gestão Democrática

A autonomia das escolas é fundamental para tomarmos decisões e construirmos, coletivamente, alternativas criativas. Neste sentido, é fundamental a participação de todos/as os segmentos da comunidade escolar e do conjunto da população na definição das políticas educacionais de nossa cidade.
Para isso, é fundamental a (re) construção das instâncias de gestão democrática da escola e do Sistema Municipal de Educação, que garantam a participação dos/as trabalhadores/as da educação, da comunidade e gestores na definição de uma política educacional comprometida com a classe trabalhadora de nossa cidade.

3) O currículo e o processo de avaliação

Defendemos que o currículo se constrói na relação da escola com a comunidade e a partir das concepções ideológicas de educadores e dos próprios estudantes.
Neste sentido, consideramos as provas avaliativas como instrumentos de intervenção no trabalho docente, reduzindo as suas tarefas pedagógicas à instrução, ao adestramento. Por isso, propomos que (propostas dos grupos).

4) O financiamento da educação

Defendemos a aplicação imediata de 10% do PIB na educação e o aumento progressivo até chegar a 15% e no âmbito dos estados e municípios a aplicação de 30% da receita, mas com programas estritamente educacionais. Para programas sociais como bolsa escola, escola aberta, escola integrada e outros devem ser alocadas verbas extras.

5) Da inclusão e valorização dos estudantes

A luta pela educação inclusiva é parte da luta pela universalização da educação pública brasileira. Entretanto, avaliamos que a atual política da Prefeitura de Belo Horizonte não garante o direito efetivo das crianças, jovens e adultos à educação e garantias essenciais à vida. As necessidades e demandas do/a estudante não são somente responsabilidade de um/a professor/a ou grupo de professores/as, mas do sistema educacional e de outros instrumentos necessários ao bem estar do cidadão. Por isso, deve ser realizado um trabalho articulado entre o/a profissional, a escola, a Secretaria Municipal de Educação e demais órgãos da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, garantindo a todas as crianças, jovens e adultos acesso aos serviços existentes.

6) Violência e Espaço Escolar

Os/as trabalhadores em educação e a escola não têm como resolver os problemas que geram a violência na sociedade; não tem como, a partir unicamente da escola, eliminar a violência dentro dela. Mas as instituições educacionais podem e devem gerar estratégias para minimizar e lidar com estes problemas. Estratégias que só podem ser desenvolvidas a partir de uma concepção de escola que respeita os trabalhadores e estudantes, que pensa coletivamente os fazeres. À medida que os espaços de diálogo diminuem ou são esvaziados do seu conteúdo, à medida que se aumenta a pressão sobre trabalhadores e estudantes, a violência dentro das escolas também aumenta.
Neste sentido, exigimos do Estado que dê amparo aos/às trabalhadores/as e estudantes vítimas de violência dentro das escolas, mas mais do que isto, os espaços democráticos e a autonomia de cada comunidade escolar devem ser respeitados para que possamos coletivamente gerar estratégias para lidar com cada novo desafio que se apresenta à escola, e com isto minimizar e lidar com as situações de violência.

Grupos de trabalho nesta conferência:

· Gestão democrática
· Avaliação
· Currículo
· Organização dos tempos e do trabalho
· Concepção de escola
· Violência nas escolas e violência contra o professor



Assinam este manifesto:
Coletivo Travessia


Unidade Classista/MG
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sexta-feira, 1 de maio de 2009

PBH regulamenta pós-graduações mas omite cursos à distância


Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Ano XV - Edição N.: 3325

Poder Executivo
Secretaria Municipal de Governo
DECRETO Nº 13.556 DE 23 DE ABRIL DE 2009
Regulamenta o art. 6º da Lei nº 7.969, de 31 de março de 2000, com redação dada pelo art. 4º da Lei nº 9.465, de 07 de dezembro de 2007.
O Prefeito de Belo Horizonte, no exercício de suas atribuições, em especial a que lhe confere o inciso VII do art. 108 da Lei Orgânica do Município, considerando o disposto no art. 4º da Lei nº 9.465, de 07 de dezembro de 2007, que altera o art. 6º da Lei nº 7.969, de 31 de março de 2000,DECRETA:
Art. 1º – Para os fins da concessão dos níveis de vencimentos previstos no art. 6º da Lei nº 7.969/00, com redação dada pelo art. 4º da Lei nº 9.465/07, os ocupantes dos cargos públicos efetivos da Área de Atividades de Educação que tenham alcançado a estabilidade prevista no art. 41 da Constituição Federal, quando da aquisição de título de escolaridade superior ao exigido para o respectivo cargo público efetivo, deverão apresentar na Gerência Regional de Educação – GERED, da Secretaria de Administração Regional Municipal à qual se vinculem, os seguintes documentos:
I – requerimento específico, a ser preenchido em duas vias para cada cargo efetivo;
II – certificado e/ou diploma de conclusão do curso respectivo, registrado no órgão competente, em fotocópia autenticada, ou o original e fotocópia, que será autenticada pelo setor responsável pelo recebimento;
III – para os cursos de mestrado e doutorado, além das exigências constantes dos incisos I e II deste artigo, os diplomas de conclusão devem vir acompanhados da respectiva dissertação ou tese apresentada à banca examinadora, bem como da cópia da ata da sessão do exame;
IV – para os cursos de especialização lato sensu, além dos requisitos previstos nos incisos I e II deste artigo, comprovantes de atendimento das seguintes exigências, simultaneamente:
a) curso ministrado por Instituição de Ensino Superior, que mantenha programa de pós-graduação credenciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES, ou curso ministrado por Instituição que mantenha programa de pós-graduação e que seja conveniada com o Município de Belo Horizonte para o oferecimento de cursos de interesse da Municipalidade;
b) curso cuja qualificação profissional mínima exigida para o corpo docente seja o título de mestre;
c) curso com duração mínima de 360 (trezentas e sessenta) horas presenciais efetivas, devidamente comprovadas;
d) curso que exija monografia ou trabalho de conclusão de curso apreciado por banca que possua, no mínimo, título de mestre, devendo a cópia respectiva acompanhar o requerimento;
e) curso oferecido por instituição de nível superior que ministre cursos de pós-graduação na mesma área de estudo há, no mínimo, 5 (cinco) anos;
f) pertinência temática da monografia ou do trabalho de conclusão do curso com as atribuições do cargo efetivo do servidor;
g) compatibilidade entre o período de freqüência do curso e a jornada diária do servidor, mediante atestado expedido pela instituição que ministrou o curso, que deverá explicitar os períodos e os horários de comparecimento do aluno, além de atestado da chefia imediata especificando o horário de trabalho e a freqüência do servidor no período respectivo, excetuada a hipótese de fruição de licença para tal finalidade.
§ 1º - Excetuam-se da exigência do inciso II do caput deste artigo os cursos de especialização, mestrado ou doutorado realizados em universidade estrangeira, cujos certificados de conclusão ou diplomas devem vir acompanhados dos requisitos estabelecidos nos incisos III e IV do caput deste artigo, conforme o caso, bem como da homologação prevista em legislação específica.
§ 2º - A tese, a dissertação, a monografia ou o trabalho de conclusão do curso apresentados pelo servidor poderão, após análise, ser encaminhados para o acervo da Biblioteca do Professor.
Art. 2º – O requerimento será imediatamente encaminhado pela GERED para a Gerência de Organização Escolar – GEOE, da Secretaria Municipal de Educação – SMED, para a análise do atendimento dos critérios previstos no art. 1º deste Decreto, e cuja conclusão será fundamentada, especialmente quanto à pertinência temática da dissertação, tese, monografia ou do trabalho de conclusão do curso com as atribuições do cargo efetivo do servidor.
§ 1º – Preenchidas as exigências estabelecidas neste Decreto, a GEOE/SMED remeterá a documentação respectiva para a Gerência de Avaliação de Desempenho – GAVD, da Secretaria Municipal Adjunta de Recursos Humanos – SMARH, para sua averbação nos assentamentos do servidor.
§ 2º – Os requerimentos indeferidos serão registrados pela GEOE/SMED nos assentamentos do servidor.
Art. 3º – Os efeitos financeiros referentes à concessão de níveis de vencimentos decorrentes do atendimento das exigências previstas neste Decreto dar-se-ão a partir do mês em que ocorrer o protocolo na GERED da integralidade da documentação exigida no art. 1º deste Decreto, conforme a hipótese prevista nos incisos e parágrafos do referido dispositivo.
Art. 4º - Fica revogado o Decreto nº 10.239, de 11 de maio de 2000.
Art. 5º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Belo Horizonte, 23 de abril de 2009

Marcio Araujo de Lacerda

Prefeito de Belo Horizonte
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terça-feira, 28 de abril de 2009

As centrais sindicais e os movimentos sociais mineiros convocam para as comemorações de 1º de maio, dia do Trabalhador e da Trabalhadora


30 de abril - Na praça da Rodoviária - 14h
MANIFESTAÇÃO DO
DIA DO TRABALHADOR E DA TRABALHADORA
Lutamos por:
- defesa do emprego e da renda;
- redução da jornada de trabalho sem
redução dos salários;
- reforma agrária e reforma urbana;
- valorização dos servidores e dos serviços públicos
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domingo, 26 de abril de 2009

GREVE DE 24H DOS/AS TRABALHADORES/AS TERCEIRIZADOS PELA CAIXA ESCOLAR PBH



28 de Abril

Assembléia
Auditório do Sind-REDE/BH


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sexta-feira, 24 de abril de 2009

Piso sim, mas de R$1.132,40 para até 24 horas semanais de trabalho, já! Rumo a R$ 2.077,15 (Piso do Dieese)


Os governos estão desviando verbas da educação para salvar os bancos e as empresas, mas os trabalhadores não estão protegidos dos ataques a seus direitos diante da crise mundial.

Em meio ao turbilhão provocado pela crise econômica internacional tem-se a ilusão de que o funcionalismo público não será atingido por ela, mas é preciso esclarecer que isso não é tão simples quanto parece. As receitas que chegam aos cofres públicos são provenientes de impostos (ICMS, IPI etc.) e é desse dinheiro que é separada a verba para a educação. Quando o governo renuncia à arrecadação tributária para salvar os banqueiros e empresários, ele está tirando dinheiro da saúde e da educação. Já foram feitos cortes na verba destinada ao Ministério da Educação de R$ 1,1 bilhão no final do ano passado e mais cerca de 10% do que deveria ser investido em educação neste ano já foi cortado.

Apesar da estabilidade que o serviço público oferece, os governos burgueses encontraram uma maneira de demitir trabalhadores, através da avaliação de desempenho, a qual será ainda mais rigorosa em tempos de crise econômica. Afinal, é uma maneira que os governos encontraram para demitir funcionários de forma “legal”, com a absurda justificativa de “eficiência e moralidade do serviço público”.

Por isso é muito importante que o funcionalismo público se sensibilize com a luta em defesa dos direitos da classe trabalhadora, pois o aviltamento das condições de trabalho atingirá em cheio todos os órgãos estatais. Entretanto, o correto seria que os responsáveis pela crise pagassem por essa catástrofe, e não os trabalhadores!

QUE OS RICOS PAGUEM PELA CRISE!

A lei do piso suas controvérsias

A lei do piso salarial dos professores criou uma grande expectativa na categoria, mas também trouxe grande confusão, alimentada pela direção estadual do Sind-UTE e CNTE. Vejamos alguns pontos sobre o piso:

1º O piso refere-se apenas ao magistério, deixando de fora todos os outros segmentos da educação;

2º O valor é de R$ 950,00 para até 40 horas/semanais, ou seja, o valor a ser pago é proporcionalmente à carga horária no estado de Minas Gerais é de R$ 570,00 para a nossa carga horária, valor este que está longe de atender às nossas reivindicações;

3º Criou a data-base da categoria em janeiro, ou seja, nesta data o valor deve ser reajustado de acordo com o IDEB, que hoje acumula o valor de 19,2%. Portanto o piso deveria ser de R$1.132,40 para até 40 horas/semanais;

4º Até o ano de 2010, o Piso Nacional poderá incorporar as vantagens recebidas pelo professor. Conseqüentemente, em Minas Gerais, o salário base será menor do que o indicado no piso nacional, incorporando a PCRM, VTI e outros penduricalhos;

5º Uma das únicas vantagens que a lei trazia era a previsão de que 1/3 da carga horária seria cumprida em atividades extra-classe, o que, porém, foi questionado pela Ação Direta de Inconstitucionalidade ajuizada no Supremo Tribunal Federal(STF) por governadores de ultra direita, com apoio de outros governadores, inclusive do Aécio Neves. Estes são pontos que trazem confusão, mas podemos chegar a algumas conclusões:

 Não é possível defender esta lei, pois o valor do Piso é muito menor que o salário mínimo do DIEESE, que é de R$ 2.077,15, valor correspondente ao mínimo necessário para atender às despesas de uma família com 4 membros em janeiro de 2009;

 A defesa deste piso pelo Sind-UTE e pela CNTE significa institucionalizar a precariedade de nosso salário, além do que nem todos os trabalhadores da educação serão beneficiados pela implantação do Piso Nacional;Os trabalhadores devem reivindicar o piso de R$ 1.132,40 JÁ para a nossa atual carga horária de 24 horas já, e que seja aplicado para todos os trabalhadores em educação. Além disso, devemos seguir lutando e ter como perspectiva a busca do pagamento do valor do piso do DIEESE, reivindicação histórica da CNTE e SindUTE para podermos realmente suprir as nossas necessidades.

Nós, do Movimento de Oposição Muda Sind-Ute não vacilamos diante destes ataques e deixamos claro que a luta dos trabalhadores é a única forma de garantirmos os nossos direitos.

Lutamos por um sindicato combativo, democrático e independente em relação aos governos!

O movimento de oposição muda sindute é formado por trabalhadores em educação de todo o estado que não concordam com os caminhos tomados pela atual direção do SINDUTE. Queremos construir um sindicato democrático e combativo que suas decisões sejam tomadas pela base. E que tenha como estratégia a derrota do sistema capitalista e construa uma sociedade socialista onde não haja a exploração. Temos como bandeira a defesa incondicional das vontades dos trabalhadores. Em julho acontecerá o congresso dos trabalhadores em educação do estado de Minas Gerais e achamos que este é um momento privilegiado de debate para mudar o rumo que vem sendo tomado pela direção do nosso sindicato. Por isso chamamos todos os trabalhadores a juntarem-se a nós e construir um programa classista, combativo e independente em relação aos governos e partidos. Venha participar do movimento de oposição MUDA SINDUTE




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terça-feira, 21 de abril de 2009

VEJA COMO FOI O DIA DE GREVE DOS/AS TERCEIRIZADOS/AS PELA CAIXA ESCOLAR PBH




Diante de tanto desrespeito e ausência de diálogo, os/as trabalhadores/as contratados/as pela Caixa Escolar fizeram greve, hoje, no dia 15 de abril, com ato público na porta da PBH, com mais de mil pessoas, que fecharam a Avenida Afonso Pena ate a comissão ser recebida pelo governo.
Na assembléia realizada, em seguida, os/as grevistas definiram pela participação na greve geral da educação no dia 24 de abril e da assembléia às 08 horas na Praça da Estação. Outra atividade aprovada foi a realização de uma assembléia específica do setor no dia 28 de abril, 14 horas, na sede do SindREDE/BH, com representantes de escola.

POR QUE OS/AS TERCEIRIZADOS PELA CAIXA ESCOLAR FIZERAM GREVE?
Os serviços de confecção de merenda, limpeza, portaria e vigilância das escolas municipais, vêm sendo terceirizados pela PBH desde 1990. Essa façanha, iniciada no governo do prefeito Eduardo Azeredo, permaneceu durante o governo Patrus, com um agravante, pois além das empresas contratadas, foram criadas as cooperativas de trabalho.
Na greve de 1994 conseguimos provar ao governo Patrus que as cooperativas criavam relações de trabalho semi-escravizado e com isso, elas foram extintas. Mas, o compromisso de realização de concurso público para o setor não foi cumprido e permaneceu a terceirização via as empresas. Várias delas descumpriam os direitos trabalhistas, o que exigiu a mobilização da nossa categoria, inclusive na definição dos processos de licitação, enquanto não ocorria o concurso.
Em 2003, a PBH optou pela terceirização via a Caixa Escolar. As direções de escolas foram alertadas do fiasco de tal proposta. Mas a PBH, para constranger as resistências das escolas, terminou todas as contratações via empresas e apresentou a opção: ou a contratação pela Caixa Escolar ou ficar sem funcionários. As escolas cederam.
Hoje, a PBH, em carta assinada pela SMED, afirma que esses/as funcionários/as não prestam nenhum serviço ao governo municipal e nem mesmo às escolas municipais.A participação de todos/as é fundamental. E o apoio dos demais trabalhadores/as das escolas é imprescindível.
Somente a nossa união garante a resistência e abre negociações.
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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Manifesto do Fórum Mineiro de Lutas - A CRISE É GRAVE E A UNIDADE E A LUTA DOS TRABALHADORES(AS) É A RESPOSTA


A Grave Crise econômica que se abateu sobre o mundo nos últimos meses, deve ser entendida como uma crise de super acumulação capitalista, motivada entre outros fatores, pela grande concentração de riquezas nas mãos de grandes especuladores internacionais e pelo aumento vertiginoso da exploração sobre toda a força de trabalho mundial, que proporcionou recursos para alimentar a especulação capitalista.

Os efeitos dessa crise foram sentidos no Brasil de forma mais rápida e mais grave do que anunciado pelo Governo e os órgãos da imprensa.

Houve uma forte retração econômica, principalmente quanto à produção industrial, com destaque para os Estados de São Paulo e Minas onde os maiores cortes foram nos setores da mineração e metalurgia. Os índices econômicos apontam queda na produção em todos os setores produtivos, confirmados com a divulgação de queda no PIB de 3,6% nesse trimestre. Tal quadro confirma a relação de dependência da economia brasileira e o nível de recessão que se aprofunda e de possíveis cortes de investimentos do Estado nas áreas sociais, além da piora na qualidade de vida do trabalhador e a consecutiva precarização da força de trabalho.

A burguesia brasileira por sua vez está tentando tirar proveito da crise, aumentando a taxa de exploração da força de trabalho promovendo demissões em massa e impondo a redução de jornada com corte de salários em muitas “negociações”, isso demonstra a intenção clara de tentativa de sair da crise rebaixando salários, direitos e garantias dos trabalhadores(as), aumentando a deterioração sobre as riquezas naturais alem da tentativa de criminalização dos movimentos sociais que ousarem resistir contra as ofensivas do capital sobre o trabalho.Em todo o mundo, diversas entidades de classe estão organizando frentes unitárias de ação contra os ataques que o Capital através dos patrões e dos governos vem operando sobre os trabalhadores. Entendemos que é de fundamental importância que todos os setores do movimento sindical, popular e estudantil que possuam o compromisso com a resistência ao capitalismo e a luta por uma nova sociedade, unam forças em uma grande frente de massas que possa lutar para que a classe trabalhadora se organize e assuma o papel de protagonista do processo de luta no combate aos efeitos da crise, criando as condições para que se acumulem forças no sentido de se obter novas conquistas além da instauração de uma nova mentalidade política que rompa com os patamares da sociedade capitalista.Mais do que nunca, está na ordem do dia a questão do socialismo.

Portanto, estamos diante de um momento especial para a luta de classes em nosso país. Os trabalhadores devem se preparar da melhor maneira possível para os embates que virão pela frente.

Nesse momento a organização de um amplo FÓRUM MINEIRO DE LUTA deverá ser a nossa principal meta como a resposta necessária e precisa à crise do capitalismo, ORGANIZANDO, CONSCIENTIZANDO E AGINDO para a contra ofensiva popular.

1-Contra o desemprego e pela estabilidade no emprego;

2- Redução da jornada de trabalho sem redução de salários;

3- Pela reforma tributaria que penalize as grandes fortunas;

4- Isenção de taxas e tarifas públicas para os/as desempregados/as: IPTU, conta de energia elétrica e água, gratuidade no transporte coletivo e outros;

5- Estatização e reestatização das empresas que demitirem em massa;

6- Em defesa dos servidores e por serviços públicos de qualidade;

7- Pela reforma agrária popular e massiva;
8-Suspensão dos subsídios às empresas.

9- Construir um dia nacional de luta contra as demissões.

10- Apoiar a integração e a autonomia latino-americana frente ao imperialismo.

11- Contra a PEC 233 que acaba com o orçamento da seguridade social.

12- Nenhum direito a menos!

RUMO AO 1° DE MAIO DE UNIDADE E DE LUTA!

CASA DA AMÉRICA LATINA, CONLUTAS, CTB, INTERSINDICAL, MST, VIA CAMPESINA, MAB, CONSULTA POPULAR, PCB, PCR, PDT, PSOL, PSTU, MLB (MOVIMENTO DE VILAS BAIRROS E FAVELAS), UCMG, AMES- BH, UJC, UJR, JS, FSM SESSÃO MINAS GERAIS, MARCHA MUNDIAL DE MULHERES, INSTITUTO CAIO PRADO JR, DCE-UFMG
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segunda-feira, 13 de abril de 2009

CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DA REDE/BH - 23, 25 e 27 DE ABRIL


Nos dias 23, 25 e 27 de abril realizaremos a fase final da nossa Conferência de Educação. A Conferência é um importante momento de reflexão da Rede sobre as políticas educacionais encaminhadas pela PBH, bem como um espaço coletivo de construção de alternativas à política neoliberal da SMED. O atual objetivo da SMED e do governo Aécio Neves é destruir a escola pública municipal através da redução do processo ensino/aprendizagem ao treinamento cotidiano para as avaliações sistêmicas.
Em junho acontecerá a Conferência Municipal de Educação e até o final do ano a Conferência Estadual de Educação. Todas elas são preparatórias para a Conferência Nacional de Educação que acontecerá em 2010.
Por isso, a Conferência da Rede é um momento importantíssimo de preparação para as demais conferências que definirão as políticas educacionais no próximo período.
Garanta a presença da sua escola! Participe!

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domingo, 12 de abril de 2009

[BH-MG] REUNIÕES DE REPRESENTANTES DE ESCOLAS DECIDEM POR ASSEMBLEIA COM INDICATIVO DE GREVE PARA O DIA 24 DE ABRIL

Na última assembleia da categoria, realizada no dia 11 de março, foi votado o indicativo de greve para ser discutido nas escolas e definido na reunião de representantes do dia 07 de abril.
Nas reuniões realizadas em três turnos, manhã/tarde/noite, após várias reflexões e votações, foi
definido pela greve no dia 24 de abril com uma assembleia às 08 horas da manhã com indicativo de greve.
O dia 24 de abril foi convocado por diversas entidades nacionais como o DIA NACIONAL DE LUTA PELA VALORIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO.
Parte do movimento da educação estará nas ruas em defesa da implementação do piso nacional, outra parte também estará nas ruas em defesa de um piso nacional tendo como base o salário mínimo do DIEESE para uma jornada de 20 horas semanais.
REUNIÕES DE REPRESENTANTES DECIDEM POR ASSEMBLEIA COM INDICATIVO DE GREVE PARA O DIA 24 DE ABRIL
Um consenso entre os diferentes movimentos é a defesa da implantação imediata de 1/3 do tempo de trabalho para as atividades de planejamento e avaliação. Esse ponto é motivo de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade ajuizada por 5 governadores, que contaram com o apoio do
Governador Aécio Neves, atual cabo eleitoral do prefeito Márcio Lacerda. Portanto, o ataque que a SMED está fazendo ao nosso tempo de ACPATE faz parte do ataque que o Aécio Neves faz às escolas estaduais. O mais grave é os ocupantes da SMED, que até outro dia se dizia “Escola Plural”, comungar do mesmo projeto educacional neoliberal da Secretaria Estadual de Educação.
ASSEMBLEIA DIA 24 DE ABRIL – 08 HORAS NA PRAÇA DA ESTAÇÃO
ATO EM SEGUIDA ATÉ A PORTA DA PBH
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